14 de abril de 2009

O CONTRASTE DA FELICIDADE


Era uma vez uma cidade dominada pela fisionomia de tristeza, melancolia, sem animo para fazer o bem.
Expectativa de melhora não existia nela.
Seu povo andava indignada com os forasteiros causadores desta infelicidade, onde estes infelizes só queriam causar danos financeiros e sobretudo abalar a Paz interior que cada esperantinense carrega.
Ao andar pelas ruas era notório o semblante de insegurança para com uma vida melhor no rosto de nossa gente.
O ar estava poluído de medo.
Como o costume de pregar, "o planeta não para de girar" hoje esta cidade que amamos e a chamamos de Esperantina é outra. Já dá para ver, mesmo que lá no horizonte, a Prosperidade à brilhar.
A alegria está de volta.
O sorriso volta a surgir depois de anos ausente entre nossa gente.
A empolgação faz as expectativas aumentarem de intensidade devido o compromisso, o planejamento e sobretudo o respeito sempre com os pés no chão.
Residentes e conterrâneos presenciaram o que nunca tinha acontecido em nossa Terra da Boa Esperança durante a Semana Santa.
Uma Semana Santa para todos, católicos e evangélicos.
Todos abençoados pela Nossa Senhora da Boa Esperança.
E o que dizer dos DUS PIRATAS que voltaram a seguir os trios com toda felicidade, alegria, segurança e espírito de bem estar que outrora tínhamos entre nós?
É evidente que ainda não temos um palco à altura com olhos de gato, asfalto, sinalização e outros direitos que nos falta. Mas já iniciamos a recuperação da Paz interior que nos foi tirada por um pequeno espaço de tempo,
Hoje reina entre os esperantinenses o orgulho de sermos notícia positiva entre os meios de comunicação de todo o estado, como tudo tem exceção, menos em Batalha.
Sei que erros foram cometidos, mas fico aqui com a esperança que estes não volte à acontecer.
E que esta prosperidade seja para todos no ano que vêm, até mesmo para mim.

Apesar da alegria e bem estar de muitos conterrâneos ainda não pude, durante a santa semana que se passou, acompanhar tal Alegria.
Também cometi erros e como consequência veio se instalar dentro de mim a Tristeza. Sem motivo até mesmo para viver. Enfim, vivo, mas vivo na Solidão.
É como se eu tivesse perdido uma parte de mim.
Nem tudo é perfeito. Nem mesmo a Felicidade.
Não é mesmo Opositores?

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