25 de maio de 2009

MULHERES GLOBALIZADAS


O tempo da vovó passou, e hoje podemos observar as mulheres com toda a independência que lhes é pertinente. Mulheres que são mães, mulheres que trabalham mulheres que se cuidam, mulheres que correm contra o tempo pra que nada fique esquecido.
E percebo que essas mesmas mulheres causam certo (e considerável) “medo” - talvez não seja a palavra certa.
Acredito que os homens ainda não se acostumaram com a mulher que ganha bem, que sabe o que quer, que se destaca profissionalmente. Isso assusta? Engraçado, né? O medo da “concorrência”, o medo de falar de igual pra igual. Acabou o tempo da submissão, mas os homens tremem na hora de encarar.

O pior é que por trás de toda essa independência, existem mulheres tão românticas quanto antigamente. As mulheres continuam querendo carinho, proteção, companheirismo, amor, etc. Nada mudou em relação a isso, afinal são MULHERES!!! Quer dizer, mudou só a dificuldade em encontrar um mocinho que não se sinta inferior, que não compare salários, que não se sinta enciumado, e que aceite uma relação sem superioridade.

Homens esqueçam a Amélia que vivia só com a barriga no fogão! A Amélia de hoje além do fogão, pilota o carro, o escritório, etc… Somos mil e uma utilidades e isso não é defeito! Podemos andar com vocês e não atrás de vocês.

Ao LADO de um grande homem, pode existir uma grande mulher!

Fte: MdeMulher

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