6 de junho de 2009

SEI QUE NÃO SEI!

Aqui estou para dividir com vocês um pedacinho de mim.

Angustiado não sei quanto tempo, pude enfim respirar aliviado.

Talvez seja 2,3 ou mesmo 4 anos.
Há quem diz que foi 1,6 ou então 11 meses vivendo na escuridão do dia, no calor do Ártico.
Vai ver que não passou dos 5,11 ou apenas 18 dias de pura procura, como predador de uma selva desconhecida, do alimento de total sobrevivência.

Estou pensando que você não irá conseguir ler até aqui por não está entendendo nada do que escrevo. Isso é verdade.

Sabe porquê? Porque não sei se estou vivendo nas nuvens de paraíso ou nos buracos da incerteza, da insegurança.

Estou feliz ou raivoso. Nervoso ou sublime?

São tantas as perguntas que gostaria de responder-me. Mas não poço. Ou não devo?

Não poço contar para vocês tudo que sinto agora devido não saber realmente o que sinto.

A vida é bela, esperei tanto para desvendar os mistérios do alimento corporal e espiritual do ser.

E aqui estou chegando há uma conclusão de que sei que não sei o que senti, sinto, mas espero saber o que vou sentir.

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