14 de julho de 2009

CONTINUO PENSANDO

Querendo ou não sou humano.

Tenho minhas formas de ver o mundo. Não que o mundo não seja de concreto, rochas, água e a doçura e ódio humano.

Deste pequeno vivo num mundo pequeno demais para ser notado por todos como se fosse um calabouço de um imenso castelo feito de desigualdades sociais perante uma lei de burocratas na alta realeza.

Além da mamãe, meus mestres me ensinaram, nestes poucos anos de vida, que a vida é feita de obstáculos. Mais também de imaginações.

Penso que a vida é fácil, quem complica somos nós seres humanos.

Vejo os dias se passarem rápido neste momento da minha vida. Acredito que todos que vive este momento que estou passando também possam ver desta forma.

O mundo globalizado, cheio de informações e tecnologia contribuem para isso. Disso sei muito bem. Também sei que o trabalho faz passar ainda mais rápido este tempo maluco.

Hoje muitas coisas estão diferentes, e diferentes para pior. Exemplo:

Antes era Alex Mendes e Paulo Melo, hoje é Zezinho Machado;
Antes era Palha Verde, hoje é Asa Branca;
Antes era Antonio Lages, hoje é Amaro Melo;
Antes era Toca, hoje é Trapiche;
Antes era jogar castanha e peteca, hoje é jogar vídeo-game;
Antes era (ombreiras), hoje é (tomara que caia).

Antes eram feitos atos de vergonha, hoje já não sei o que pensar dos não formadores de opiniões que forma a cada dia atos de se envergonhar.

Tenho sido observador de uns tempos para cá. Para lá tenho entendido que sou mais do que imagino ser. Não querendo dizer que sou melhor do que alguém neste mundo. Mas saibam que também não existe alguém melhor do que eu.

Escrevo desordenadamente, para não dizer fora das concordâncias. Mas pelo menos escrevo.

Não escrevo apenas o que vejo daqui. Escrevo principalmente o que sinto daqui, dali. Escrevo o que penso de todo lugar.

E vocês vão me condenar por este ato?

Espero que não. Espero que sim. Não vale nada esperar. Não é verdade?

No dia 14 de Julho, para quem não sabe, é o dia da LIBERDADE DE PENSAMENTO.

Todos pensamos. Todos devemos pensar. Todos nós iremos pensar.

A diferença de muitos mortais quanto ao ato de pensar é que poucos irão notar o pensamento do próximo.

Nosso pensamento, mesmo que seja errado, cheio de falhas, distorções, fora de cogitação, deve sim ultrapassar as barreiras da ignorância, da tolice.

Entendo muito bem você que está lendo este texto. Talvez esteja dizendo que não sei escrever ou que não sei o que digo aqui nestas poucas linhas. Posso até imaginar que não estejam entendendo do que se trata esta post, o que importa aqui é que devemos pensar como os outros pensam de nós. E entendo que vocês tiraram um tempinho para pensar sobre mim. Sobre este blog, sobre o espaço que nos rodeia.

Tenho sido criticado ou mesmo elogiado por ter criado este Blog onde escrevo o que penso.

E sabe o que penso sobre isso?
Que vou sim continuar a pensar, mas isso não é fácil. Não são mesmo opositores do presente?

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