27 de maio de 2010

Donos de Estabelecimentos Comerciais em Esperantina não sabem LUCRAR.

Os estabelecimentos comerciais de todos os setores, econômicos e financeiros, de Esperantina têm a fama de terem maus ATENDIMENTOS. Uma vergonha tanto para os proprietários como também para poder público.
Não devemos continuar na mesmice por obter lucro no caminho da avareza. Isso não deu, não está e nem dará certo.

Qual o sistema a ser adotado?
Por onde devemos começar para mudar esta péssima realidade?

Não é mais cabível chegarmos a uma lanchonete e presenciar atendentes com vestimentas impróprias, como se fosse uma forma de chamar a clientela pela emoção. Negócios têm que ter respeito e razão.

Respeito pelo ser humano e à natureza. Outro dia presenciei um garçom fumando em pleno horário de trabalho, em outro dia também presenciei um atendente jogando papeis ali mesmo abaixo do meu nariz em frente dos meus convidados, invés de ser o primeiro a dar exemplo e jogar o lixo no lixeiro respeitando os clientes e o estabelecimento onde trabalha.

Razão para crescer, trazendo empregabilidade, renda, desenvolvimento para si mesmo, para os componentes do estabelecimento e consequentemente para a cidade.

Para sair dessa bagunça, desse verdadeiro caos é necessário antes de mais nada disciplina, treinamento para depois ter um OBJETIVO, UMA MISSÃO dentro dos negócios.

Aqui o poder público tem grande importância e chamo a atenção para a ADM de nossa cidade.
Parcerias com, por exemplo, o SEBRAE é de fundamental significância para nossos estabelecimentos comerciais no que diz respeito a cursos de aperfeiçoamento técnico e administrativo.

O que o cliente quer ao chegar a uma pizzaria como a Trapiche?
O que os clientes estão indo fazer no Restaurante da dona Alda?
O que buscam na Churrascaria Avenida em noites intermináveis?
O que querem ao entrar na Lanchonete Pit Stop?
O que vão fazer nos bancos e lojas de eletrodomésticos de nossa cidade?
O que visam nos postos de gasolina?
O que procuram nas lojas de construção e estabelecimentos públicos?
Realmente é possível saber o que querem os clientes ao chegar a qualquer estebelecimento comercial aqui em Esperantina?

Para algumas pessoas é fácil responder:
Na Trapiche querem uma pizza, na dona Alda uma galinha no almoço, na Churrascaria Avenida uma cerveja e um tira-gosto, na Pit Stop uma coxinha e uma vitamina, nos bancos guardar ou retirar dinheiro e nas lojas de eletrodomésticos uma TV, etc,etc, nos postos abastecer seu transporte, nas lojas de construção cimento, tijolo e telhas e para finalizar este mesmo grupo de pessoas pode dizer que nos estabelecimentos públicos procuramos por serviços.

Errado! Isso tudo está ERRADO.

Procuramos e, aqui me inclui, por satisfazer nossas necessidades e isso é concretizado por bons serviços e produtos. Aqui me refiro tanto nos aspectos humanos como também material.
Desses dois o ASPECTO HUMANO está longe de alcançarmos.

A necessidade de sairmos de casa em direção a estes estabelecimentos vai de matarmos nossa fome até obtermos combustível para continuarmos a deslocarmos à procura de uma casa, um lar confortável.
Procuramos um estabelecimento confortável, atencioso, limpo para reunir nossos amigos, familiares e saciarmos com belos serviços e produtos.
Corremos atrás de estabelecimentos seguros que nos der confiança para continuarmos a trabalhar sabendo que teremos um bom lugar para guardar nossas reservas e onde gastar de forma amigável e profissional.

Portanto, queridos leitores não devemos aceitar péssimos atendimentos, até porque estamos pagando e não pedindo esmola.
De certa forma temos culpa para com esta realidade ao mesmo tempo em que temos o poder de mudarmos esta visão negativa para melhor.

A vocês acomodados, "preguiçosos", "incompetentes" proprietários de todos os ramos vos digo: toda necessidade satisfeita gera outra necessidade.

Atender melhor o cliente ajuda, por consequência, nos lucros da empresa. Já o contrário (pensar primeiro nos lucros para depois pensar no cliente) nem sempre garante sucesso. É bom lembrar que um cliente descontente tende a influenciar o triplo de outras pessoas que um cliente satisfeito. E também, é mais barato manter os clientes que conquistar novos.

Vamos aprender a ganhar. Está na hora de fingimos que lucramos.
Até que gostava do Pastelão de outrora. Agora está parecendo mais um pastelzinho.

2 comentários:

  1. Adorei essa postagem!!
    Pois já presenciei tdo isso ai e mais um pouco,principalmente na pizzaria trapriche.O cliente chega lá e tem q esperar meia por uma mesa,isso sem falar na pizza q passa mais de uma hora e meia pra chegar na mesa.

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  2. Eu não sei é como a Lanchonete Pit Stop, ainda vai para frente porque o atendimento é horrivel, começando pela proprietáriaa Leó que é um poço de arrongôncia.

    Rita

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