26 de abril de 2011

Chuva em Esperantina é sinônimo de atraso e não de desenvolvimento!

Chuva em Esperantina-PI
Os tempos mudam mesmo.
Deste quando me entendo como gente vejo na chuva uma forma de progresso, desenvolvimento para um povo, uma nação.

O homem do campo não vive sem a chuva consequentemente o homem da cidade também não.
Como as coisas estão mudando, podem até viver deste que tenha um dinheirinho no bolso.

Todo canto do mundo precisa de precipitações.
Como Esperantina é única, doce, com ou sem jumenta ou veado enterrados em nossas terras, aqui CHUVA é sinônimo de atraso.

Vejamos:
Para uma indústria se instalar que qualquer lugar do mundo é preciso ter fontes de energia. Em nossa terrinha quando chove a pouca energia que temos evapora acarretando o comércio local com prejuízos incalculáveis; escolas param da mesma forma que a educação enfraquece.
Como seria bom se os problemas fossem apenas estes. No entanto quando a benção de Deus molha a terra de Leonardo das Dores o tráfego estaciona: carros, carroças, bicicletas, motos e pedestres param por conta dos imensos buracos cheios de água sem falar dos imensos mares de água que se formam em nossas ruas.
Para piorar a situação caótica assaltos são feitos durante a luz da calmaria dos estabelecimentos comerciais.
Assaltos são feitos, assaltantes são presos de vez quando e quando isso acontece o Estado gasta com o sustento dos mesmos.
Agora vem a enchente como se nós estivéssemos precisando de mais problemas. O que não precisamos são de homens vazios, infelizmente estamos cheios.
A chuva esperantinense só não molha a mente de quem tem guarda-chuva no poder. Fazer o quê?

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