5 de maio de 2011

O mundo bárbaro. Ou: O assassinato global de Bim Ladem!

O mundo hoje é tão bárbaro quanto no passado... O sangue e o ódio são impulsionados pelas maiores potências mundiais com destaque para os Estados Unidos da América e seus aliados, que não são melhores do que os terroristas que eles mesmos condenam. Só pra ilustrar, os EUA gastou sozinho na primeira metade do ano passado, segundo o o Instituto Internacional de Estocolmo para Pesquisa sobre a Paz (Sipri) 47 bilhões de dólares somente com a manutenção de operações militares. E mais, pesquisas revelam que praticamente 50% do investimentos militares no mundo são americanos. Essa cifra absurda é presente, mesmo com a nação americana enfrentado nos últimos anos uma grande recessão com o empobrecimento de boa parte da população. É como se a miséria e o sofrimento do mundo se explicassem num código de ética que somente as elites americanas entendem, pautadas na dor e no sacrifício de muitos para o benefício e empoderamento de tão poucos. O que explicaria essa contradição, se não a sede de sangue das elites americanas? Ontem o povo americano, frágil e manipulado pelo terrorismo do próprio estado, saiu as ruas festejando mais um assassinato global. Era a morte de Osama Bim Ladem, líder da Al Caeda. Nas ruas de Washington e em Nova York, americanos gritavam louvando o feito, como se tivessem vencido uma guerra inteira. Eles ficam como um animal, irracional e mal adestrado, que toma gosto pelo sangue. Uma besta sanguinária que enche o próprio corpo de felicidade ao matar. Erguem por sobre todo o caus que eles próprio instalaram no Mundo Árabe as cabeças de Sadan Russain e seus irmãos, dos filhos de Kadafi (na Líbia), e de Osama. Nada de estranho para quem pauta a morte. Para o resto do mundo, entretanto, a cena de um novo holocausto, milionário e luxuoso, deve assombrar. Isto porque, a marcha de violência não tem limites na história. Nem um império militar em acensão parou matar antes de ser definitivamente derrotado. Então, que rumo tem os EUA? Certamente seguir matando, pregando vingança, ódio e promovendo seus assassinatos. Obama que já se lançou a re-eleição, calcula ter marcado um gol de placa com a morte de Osama, espalhou fotos mentirosas e afirmou ter sepultado no mar a única e inquestionável prova da morte do líder da Al Caeda, o corpo. Obama dialogou com uma outra parte do eleitorado, mas corre grande risco de, numa retaliação da Al Caeda, ter seu país envolto em uma catástrofe similar a do fatídico 11 de setembro. A vingança e o ódio são sentimentos menores, conduzem para derrota e fragilizam os Estados Unidos...

Espero que a bomba atômica chamada CHINA vem esmagar este EUA o mais rápido possível (Blog Espaço Geográfico).

Fte - eltonarruda.blogspot.com

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