8 de junho de 2011

Desigualdades semelhantes!

Como viver em tamanha contradição. Isso não é uma pergunta, é uma sentença de morte de quem vive em Esperantina.
Já falei que quanto mais eu estudo mais analfabetos me governa.
Transcrevi que onde há luz já houve escuridão.
Comer não é sinônimo de forme.
Até mesmo tive a audácia de escrever o que não senti.

E o que falar de uma terra onde muitos são poucos, nada, insignificantes?
O exagero de atos impróprios tornam-se escassos de efetivação.
De carros novos pelas ruas velhas e esburacadas?
De homens que recebem verbas trabalhando nos postos de trabalho - SINE - sem trabalhar?

Quanta abundância de: inexistência; burrice idolatrada; verdades mentirosas; mãos moles erguendo o poder do egoísmo.
Mulheres e homens como criança pedindo aos pais um pirulito em forma de esmola governamental de todas as manhãs.

Resta-nos caminhar para frente amarrados pelo rabo do atraso passado.
É importante sermos escravos com liberdade do que livres presos pela falta que nos faz a igualdade.
Quantas amarguras, quantas correntes retóricas, quanta palavras ditas ao léu por conta que você me faz Esperantina.

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