27 de dezembro de 2011

Brasil precisa de mais estados?

Em uma matéria publicada dias atrás intitulada A BURRICE DO NÃO falamos a respeito da divisão do estado do Pará em três.
Falamos de nossa opinião sobre o assunto e muitos comentários foram feitos devido a nossa discordância quanto ao NÃO dado pelos paraenses ao plebiscito que almejava saber se a população daquele estado queria ou não a divisão.
Relembrando as aulas de Geografia podemos ver que os estados do Pará e Amazonas são enormes e com baixa densidade populacional. Isso agrava quem não mora perto do (s) grande (s) centro econômico.
Reafirmamos nossa opinião que defende a divisão ao dizer que na ESSÊNCIA da questão levantada a divisão é positiva. É positiva a longo prazo, para tanto deve existir a diminuição de fatores que nos atrasa quanto a nossa política: corrupção e burocracia.
Reconhecemos que esta divisão nasce do desejo de políticos que não quer nada de bom para a população em geral. Aqui mesmo no Piauí o mais interessado dos políticos partidários é o Júlio César. E quem é Júlio César? Apenas um dos maiores capitalistas agroindustrial do Sul do estado. Caso haja a divisão do PI de cara ele será o manda chuva do cerrado piauiense.
Voltando ao caso do Pará devemos dizer que não só os estados novos que poderão vim por aí como também todos estados que já existem devem ter quase 100% de autonomia.
Bem diferente de muitos estados em países ricos, desenvolvidos.
Nosso estado, MA. Al. e o próprio estado do PA não vivem de suas próprias riquezas. Por que? Porque não não produzem suficientes. Tem muita gente trabalhando como se fosse na era da caverna.
Meio a tecnologias devemos ter mais acesso à educação, saúde, renda, trabalho. Devemos ser mais urbanizados mesmo que vivemos do campo.
Não é digno morar em um estado como o Piauí e depender dos serviços de outros. Acontece com piauienses do Sul do estado. Invés de caminharem para a Teresina se desloca, devido a distância e ao precário transporte, aos estados de Pernambuco e Bahia. Quem lucra com isso?
Sabemos que diminuir as distância pode aumentar os gastos com o legislativo e executivo. Mas o pior gasto continuará sendo a falta de punição e opção dentro da vergonhosa política brasileira.
"se temos orgulho de ser um país continental, essa extensão territorial ainda é de difícil acesso, contribuindo negativamente para seu gerenciamento interno, constituindo condição favorável à degradação ambiental..., invasão de terras indígenas e fortalecimento da produção e tráfico de drogas, em face da grande dificuldade de fiscalização" (Sérgio Serafim).

Um comentário:

  1. Bela matéria Macelino. Minha opinão sempre vai se adequar aquela primeira matéria enquanto não mudar essa corja de políticos corruptos que se revezam no poder. São tão bandidos que fizeram o foco deles bem longe, em pleno planalto central. IMAGINA AÍ SE O CONGRESSO FOSSE NO RIO OU EM SÃO PAULO, SERÁ SE ESSA TURMA JA NÃO TERIA SIDO ESCURRASSADA PELO POVO, POIS NÃO AGUENTAMOS MAIS O PODER ESTÁ CENTRALIZADO NA CORTE CORRUPTA DE BRASÍLIA

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