3 de janeiro de 2012

O prisma geográfico sobre Esperantina.

Concordamos todos que Esperantina tem lá seus encantos, um pequeno público culto e muitos ignorantes.
Já demonstremos em formas de palavras que existem por aqui graduados analfabetos (AQUI) e que Esperantina se parece com uma mulher (AQUI).
Explorar as particularidades da Terra do Longá e de Leonardo das Dores não é tarefa fácil perante sua complexidade estrutural e geograficamente falando de quem a faz.
Por numerosas vezes os seus filhos não entendem seus vulcões ativos ao explodir cinzas de omissão nos pequenos atos de todos os dias.
Leis para o capacete não irá diminuir as mortes junto à falta de estrutura vicinal ás margens de nossos belos córregos periféricos para o transporte de cargas e pessoas.
Muitos menos a estética não irá melhorar com a construção de mais uns metros de muros no centro da cidade onde domina a feia administração durante 18 anos.
Interesses próprios dos dominantes afetam a mais longínqua raiz da pobreza esperantinense. Gestores em todos os setores e níveis fecham os olhos para os problemas quando é para serem enfrentados.
Alguma obra está sendo feita é por conta da "administração anterior". Vivemos do passado e até onde sabemos o passado nos mostra quanto fomos ruins para nós mesmo.
A Geografia pode sim demonstrar aos nossos jovens a prosperidade e auxiliar na expansão da intelectualidade de um povo. Ver o verdadeiro significado de cada ação, atitude, obra, palavra feita e propagada quase todos os dias de nossa mansa calmaria de crescimento e desenvolvimento.
Quem venha os salvadores da pátria onde vislumbrem o bem. De quem mesmo?

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