1 de abril de 2012

A Geografia da Maldição esperantinense!

Ciganinho!!!
Nem jumentos muito menos ciganos não acreditarão nos desastres que nos assola. Até parece conversa fiada de virada de século.
Aqui não tem apenas ciganos calados pelo coronelismo do ouro, mas jumentos enfiados terra adentro de cabeça para baixo enquanto o cú está para cima soltando peidos que nos massacram todos os dias com acontecimentos que são vistos só por estas bandas.
Não temos terremotos mais temos línguas que abalam todos os dias nossa gente.
Caminhando de Norte a Sul vemos e ouvimos os gladiadores da politicagem esperantinense difamando a imagem de um e de outro.
Na região alta da cidade os Themístocles, querendo mamar na Mãe Joana, criticam todos seus opositores em especial o PT como forma de não serem responsabilizados por suas próprias obrigações políticas na qual estão há muito tempo à frente.
Já na parte baixa da cidade o PT afirma que os males da Terra de Leonardo das Dores são associados à concentração burguesa dos Themístocles de décadas de pouco trabalho em prol da sociedade.
Não temos Tsunamis mais temos ondas e mais ondas de homens pobres sonhando em dar sumido aos quase 6 milhões de reais da Previdência municipal. Querendo agarrar dinheiro federal da Saúde e Educação como uma jogada de mestre nos negócios super secretos que vira a noite esperantinense.
Esperantina está contaminada. De quê? Lixo, gases tóxicos, lama? Nada disso.
Esperantina está contaminada de HOMENS e MULHERES que quebram todos os dias as Leis, violam a postura humana na terra.
Os homens e mulheres daqui que tem nas mãos a oportunidade de ajudar o povo ajudam apenas a si mesmo e suas famílias. E nada mais mesmo que corram de Leste para Oeste pregando serem pastores da felicidade eterna.
Talvez estejamos sim vivendo sob a maldição do Cigano e do Jumento, mas se estes dois personagens sofreram algum mal, este mal foi ocasionado pelas mãos esperantinenses que deste cedo se preocuparam em acumular riqueza para se distanciarem da sociedade mais humilde. São as disparidades sociais entre o centro e a periferia, entre quem tem o poder de falar e o de quem tem a obrigação de ouvir.
O que vivemos hoje é apenas hereditário.
Povo de cabeça baixa, poderosos sorrindo a toa. E as águas do Longá não param de passar por debaixo da ponte da mesma forma que a terra não para de girar. Fazer o quê? Esperar o sol não "nascer" para todos?

Que Deus nos abençoe e nos tire dessa maldição!
Jumento enterrado!!!

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