21 de julho de 2012

Ganância ou medo de morrer sem Poder?

Depois de sair na mídia local e eu ir tantas vezes ao banheiro "vomitar" por conta da matéria que descreve sobre praticamente uma família inteira pleitear vagas no Legislativo e Executivo de Esperantina vejo que a ladeira da imensurável ganância pelo poder começa a surgir aos nossos pés frente à descida ao fundo do poço da política brasileira em especial à da nossa doente cidade.

A mentira nunca envelhece, a ganância também (Eanes). 

E pelo jeito este "medo" humano irá continuar.
A Lei nos assegura o direito de concorrer a uma vaga no "poder". Até aqui tudo bem. Em nossa cidade tinha sim que aparecer estes detalhes que a Lei sequer poderia prever.
Com certeza para quem não conheça tal família é fácil e notório que a mesma tem sim sede de remodelar a "falida" política esperantinense. Tal família tem sim em seu sangue a vontade de mudar, para melhor, os rumos da política de Esperantina. A prova disso que há muito tempo estão na peleja, isso de calho em calho.
Nada contra a vontade de ver sua terra natal crescer e se desenvolver através de nossas próprias mãos. O que chama a atenção é perda da cara de pau envernizada com óleo preto e queimado de pouco tempo atrás quando alguns da família citada criticavam arduamente e publicamente o ex-gestor e quem lhes acompanhava. Os interesses políticos ultrapassam o bom senso a ponto de fazer com que esta política seja impensável nos dias atuais.
Quem não se lembra do ex-gestou criticar os pais do atual candidato a prefeito? Quem não se lembra da vereadora criticar o Paulo Brasil por acompanhar o ex-gestor? Quem não se lembra é bom lembrar agora para não cair no esquecimento imaturo de que política não deve ser mais de momentos, momentos estes de 2 em 2 anos.

Ao moldar a atual conjuntura política de Esperantina podemos ver que quase todos que estão aí lhe pedindo por poder e mordomia na máquina pública para os próximos 4 anos nada tem para lhe oferecer se não a ganância e intenção de sustentar os próprios interesses, interesses estes que na vida pública não podem interferir na governança de um país tido como democrático.
A candidatura de tal família é mesmo um ato democrático ou apenas vício de um estado sem nação?
As perguntas nem sempre vão nos dar o melhor caminho, no entanto o caminho depende, e muito, das nossas respostas. Então vamos dar uma boa resposta para isso.

Fica a reflexão, a mesma que tive quando fui "vomitar".

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