22 de outubro de 2012

Poder, Política e Família.

Foto - actitude-jovensprovida
A evolução humana caminha junto às transformações tecnológicas feita pelo espaço/tempo numa rapidez que não há tempo para sentirmos onde e para onde estamos caminhando.
A base familiar é essencial para a formação de qualquer homem. Não sou nada além do que meus pais e irmãos me tornaram.
Deste os primórdios o poder de dominação corre nas veias humanas. É algo divino, no entanto formulado artificialmente pelo ser humano. Quando criança temos sim a vontade de dominar os coleguinhas mais novos, de ser líder da turma na rua em que moramos. Quando damos nossos passos na escola quem não quer ter o poder sobre a turma ou mesmo entre os amigos na hora do intervalo? Mesmo que não sejamos ensinados pelos nossos pais a vontade de querer liderar se desenvolve em nosso ego. Direta ou indiretamente.
Conceituar poder é fácil (capacidade de "alguém" influenciar o comportamento de "outrem" de maneira que "outrem" aja de acordo com a vontade de "alguém"), mais o difícil é exercer-lo. O poder é sim uma capacidade ou um potencial.

Este poder pode ser bem observado no que os gregos criaram: POLÍTICA. Quem está na política está para dominar, controlar, guiar os demais. Nada estranho até aqui, pois as sociedades necessitam sim de domínio, direção, controle. A política nasceu para este fim. Dar rumos a um grupo de pessoas, a uma sociedade. Mas aqui nasce o problema: guiar os outros, dar rumos, inicialmente, aos outros e não primeiramente a si mesmo e família como presenciamos cada vez mais. Não deveria ser confundida com um emprego onde paga-se bons salários e gordas regalias.
No título dessa matéria não quis denotar que primeiramente vêm o poder, em segundo a política e somente em terceiro a família. Assim coloquei apenas para facilitar, cronologicamente, minha observação de como está sendo tratada a POLÍTICA esperantinense juntamente envolvida em carapuças do PODER no âmbito FAMILIAR de nossa cidade.

Dizem ainda que o poder seja a capacidade para alcançar metas e resultados desejados. Aqui na Terra da Boa Esperança teve gente que tirou de letra ao pular do barco furado do PMDB para o lado ascendente (PSDB). Politicamente nada fez. O irmão deu-lhe poder e quando chegou a hora de escolher em ficar do lado familiar (PMDB), que aqui em Esperantina não têm vez politicamente falando para Prefeitura, escolheu ficar do lado do poder.
Sabemos que a base do poder vem do formal e do pessoal. Podemos sim ter as duas. Infelizmente o individualismo, algo que passa longe, ou pelo menos deveria, da política e dos anseios familiares, faz muita gente ficar cega a ponto de enxergar apenas o poder aponto de sobressair de sua criação, seus valores, costumes e amor familiar.

Não estamos falando de traição, estamos falando de interesse individual que destrói, em praça pública ou mesmo em palanque coletivo, os interesses da sociedade apenas pela vaidade de continuar no poder como se fosse medo de voltar a trabalhar de verdade.
As alianças sociais a cada dia estão sendo destruídas por conta da distância humana, individualidade pessoal, amizade superficial, pelo amor banal, o juramento artificial e muitos outros "al" que nos mata.

"Sou o que eu penso, para vocês, sou o que eu transmito".

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