11 de abril de 2013

Eu não tinha "dizido"!

Coitado! Não sei para onde ir e à quem recorrer. Devo ficar sentado? Não, jamais ficar parado.
Então vou continuar a luta de virar noites "comendo" livros, viajando por aí, conhecendo todas as formas possíveis de fazer o diferente e sempre o melhor para mim e para vocês.
São tantas as maneiras que temos e podemos fazer diferente, mesmo sendo normal.
Mais é incrível ver que tantas mazelas educacionais e estruturais/funcionais fazem de mim o que não gostaria de ser e mais ainda falar o que não queria ter "dizido".
Não gostaria de ter "dizido" mesmo. Gostaria de ter "ouvido" que a educação caminha junto, em passos longos, com a saúde, o esporte, a cultura, etc.
Gostaria mais ainda em não ver shows com dinheiro público, transporte escolar caindo aos pedaços e sem motorista de verdade e habilitados transportando nosso futuro (crianças) somente pelo motivo de agradar os vereadores.
Forçam-me, mesmo assim não gostaria de ter "dizido" que os apadrinhados políticos são venenos, são cânceres, são mortes, são atrasados, pois o que importa não é colocar gente que sabe fazer, o importante é empregar gente indicada por que "bancou" as despeças de dias atrás.
Sinceramente vou continuar a dizer que estamos sem rumo, sem norte. Estamos em apuros, estamos nas mãos de um milagre. Não vou ao teatro para um show de dramaturgia porque, em primeiro lugar não temos um teatro, basta sair nas ruas para ver um show de palhaçadas como se fosse um circo. Não vou ao estádio para ver os dribles do jogo esportivo, vou aos órgãos municipais ver os dribles do jogo político onde quem ganha nem sempre são os melhores, mas os mais influentes. Não vou à escola para ver Cristo nos salvando através da educação, mas vou à Igreja encontrar-me com a educação que necessito para planejar meu futuro, pois assim serei reconhecido.

Não deveria, no entanto está "dizido".

Foto-portalesp.com.br

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