27 de maio de 2013

1 Ano do Novo Código Florestal brasileiro.

foto - rastroselvagem
Aprovado em Maio do ano passado e até hoje apenas no papel, o Novo Código Florestal brasileiro está longe de atingir suas metas de desenvolvimento ambiental e sustentabilidade humana para nossa economia e nossa gente.
Dia 25 último completou 1 ano de vigência dessa nova arma de proteção às nossas matas e florestas, pecuária e agricultura. Infelizmente, como tudo no Meio Ambiente, esta norma anda como ser fosse Tartaruga - lenta.
No que diz respeito a criação do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e à implementação do Programa de Regularização Ambiental (PRA), dois dos pilares do marco legal ambiental brasileiro ainda precisa ser efetivamente concretizado, ou seja, precisa sair do papel literalmente.
A Medida Provisória 571, que após muitas discussões entre parlamentares e representantes do executivo e judiciário maior, transformou-se na Lei 12. 727 de 2012 realmente só passou a valer em Outubro.
Independente de data este novo Código deve, o mais rápido possível, entrar em pauta de verdade para nosso país tornar-se um gigante da economia mundial entrelaçando produção agropecuária e defesa ao Meio Ambiente.

Em resposta às críticas, o presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama), Volney Zanardi Jr., afirmou que o novo Código Florestal “instituiu um novo paradigma de gestão com desafios compartilhados entre os entes federativos” e explicou que o SiCAR (Sistema do CAR) está sendo gradualmente implementado: “Cabe ao Ibama a disponibilização de imagens de satélite neste sistema. Para esta atividade, também conhecida como georeferenciamento, estão sendo investidos cerca de R$ 30 milhões”, disse.

 

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