10 de julho de 2013

A diferença entre a mesa do Político Partidário e do Professor.

A fome é a escassez de alimentos. No Mundo atinge cerca de 1 Bilhão de pessoas. No Brasil atinge cerca de 35 milhões de pessoas.
As causas HUMANAS para este enorme problema são: guerras, difícil acesso as meios de produção, deficiente planejamento agrícola, a injusta estrutura fundiária, o contraste na concentração de renda e todo o restante em UMA ESCOLHA POLÍTICA.

Há de quem se lembrar da seguinte piada:
O político estava discursando na cidade para a sua campanha:
- Se vocês votarem em mim, eu farei uma mesa farta para vocês.
O eleitor se levantou e rebateu:
- Mas isso nós já temos, farta arroz, farta carne, farta feijão, farta café!!!

Para os políticos esperantinenses, em especial os lá do morro, donos de um grande curral eleitoral em nossas redondezas o que falta é espaço na mesa para tantas guloseimas e 'amigos partidários'.
Em nosso país os 10% mais ricos detêm quase toda a renda nacional. O restante os professores tem a árdua tarefa de tentá-los salvar.
Enquanto um Deputado Federal ganha aproximadamente R$ 140,000.00 por mês, um Deputado Estadual do Piauí ganha aproximadamente R$ 60,000.00. Sendo um Presidente da casa Legislativa pode subir para a merreca de quase R$ 100,000,00. Refiro a todas as vantagens que tem 'direito'.
Com estas regalias financeiras é possível fazer um belo café da manhã.

Do outro lado da mesa temos uma classe chamada de PROFESSORES onde o pão de cada dia é tentar não morrer de fome ensinando os outros a comer, ingerir, degustar a INFORMAÇÃO, o SABER e CONHECIMENTO enquanto em suas mesas vazias sobram migalhas de reconhecimento, migalhas de prazer, migalhas de veneração.
Não tem como um professor empanturrar a fome ganhando o que recebe no fim do mês. Pelo menos alguns trabalham dignamente amassando o pão que o diabo amassou para guardar um lugarzinho no paraíso chamado de conforto da consciência limpa.

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