10 de agosto de 2013

Dói, dói.

Na semana em que se comemora o dia Nacional da Saúde e que novamente foi comprovado que dinheiro não salva vida, o mal estar se renova por aqui. Ai, ai.
É hora de pegar a cartilha ou cartão do SUS e se direcionar para o Posto mais próximo para se vacinar. As doenças são muitas e muitas delas ainda sem cura. A pior de todas pode ser a sistemática. Sistema de saúde precário onde se fala em importar médicos como se fossem a salvação de nossas dores e pior, como se não tivéssemos.

O Brasil, o Nordeste e Esperantina continuarão a se esforçarem para fazer caminhadas, tomar os remédios adequados e na hora certa, medir a pressão e voltar a deitar na rede à espera de um milagre. Pode ser de um argentino. Neste momento qualquer ajuda vale. 
O sistema é feito de pessoas e as pessoas responsáveis por este cancerígeno sistema são os mais doentes. Doentes por não saber dar a dosagem correta, por não se preocuparem com as doenças alheias. Apenas olham para sua própria mazela. O bolso seco.
Enquanto muitos esperantinenses esperam na fila para ter acesso aos mais básicos dos medicamentos, muitos desses são jogados fora devido seu prazo de validade se esgotar como já tem acontecido. Enquanto muitos deliram com altas temperaturas em seus corpos por não terem condição de levarem seus familiares às salas de cirurgias para ser retirado uma das piores enfermidades - pobreza - de cima de seus ombros, poucos de deleitam com a abundância de verbas que o governo federal distribui para os municípios todos os anos. Infelizmente estas verbas não amenizam a dor do homem mais simples.

E por aqui caminhamos sem rumo, sem saber quem é o "menos pior" para governar a pasta da saúde. Parecem que sofrem da cerqueira, da falta de competências, da responsabilidade, andam de cadeira de rodas (e para trás). Estão sem saber o que fazer. 
Pelo jeito teremos que importar Secretário (a) de Saúde de Cuba para solucionar esta mudança de cadeira a cada 03 meses e no fim passar a tomar dipirona para ver se diminui a dor de cabeça que tanto dói, dói.

"Sou o que eu penso, para vocês, sou o que eu transmito".

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