20 de agosto de 2013

Quem me dera ter outra opção.

'Sempre há uma outra opção', já dizia os psinalises da antiguidade. Nos dias atuais nem sempre há duas opções para quase ninguém.
Como seria bom termos sempre mais do que uma opção. Mas não. O que há são escolhas possíveis e para cada escolha possível surge as opções. As opções são boas ou ruins, as menos tragicas ou difícieis.
Parar um tratamento médico, ir ou não ir para a sala de cirurgia, desistir de um sonho e continuar a persistência. Devemos ser corojosos e corajados. Devemos caminhar sempre, e para frente. Parar pode até ser um escolha mais esta escolha nem sempre é a melhor. Em alguns caso sim, na maioria das vezes, não.

O que vocês dizem a respeito de um certo médico deixar de ganhar seus vencimentos na casa de 5 dígitos para continuar a ganhar apenas 4? Uma escolha, uma outra opção ou apenas capricho de governança municipal onde os interesses de uma minoria passa a ser mais importante do que os da maioria? Quem entra nesta de política partidária, se for pequeno, jamais terá opção, se não a aceitar o que seus superiores mandam ou desmandam.

Quem dera o povo ter a chance de escolher o que reamente precisam. Presidente de Câmara ou um médico salvando vidas? Acreditamos que da forma que está, a saúde deveria vim primeiro, até porque trabalhar apenas duas vezes por mês pode ter lá suas vantanges, mas trabalhar vinte dias seria mais solução.
Coitado do PMDB que ficou sem opção para colocar "uma oção" na cadeira central lá na 'casa do povo'.

Quem me dera deixar de ser professor para ser médico da noite para o dia. Quem me deram deixar de trilhar o meu caminho por conta dos interesses dos poucos da governabilidade que me governa. Quem me dera ser o que não sou para ser o que querem que eu seja.

"Sou o que eu penso, para vocês, sou o que eu transmito".

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