17 de dezembro de 2013

A multifuncionalidade de políticos locais.

"homens sem asas são homens sem sonhos" e isso tenho lido.

O que seria da administração pública sem homens que se multiplicam em suas funções, habilidades e tarefas como verdadeiros multifuncionais?
Vou além: o que seria da governança do ex-gestor Francisco Antonio sem os multifuncionais Maurício Costa e Carlos Cardoso?
Em mais um início de governo, há quatro anos, o ex-gestor Francisco Antonio utilizou os multifuncionais acima em várias pastas no pequeno período de tempo. Coitados. Pela manhã era vereador, a tarde, secretário, a noite já eram procurados para trocar de cadeiras. Quem perde? Vocês já sabem.

Nos dias atuais com o governo que deveria ser tecnicista quem muda de função a cada vontade ou deslize do atual gestou Lourival Freitas é Hernane Bruno. Começou ali, foi para 'aculá', está aqui. E amanhã qual será a função que irá exercer? Por enquanto não sabemos.

Esta mudança de cadeiras da noite para o dia acontece, como descrito, em todos os governos. E o que explica isso? A deficiência da máquina administrativa feita por homens com pouca experiência, capacidade para resolver problemas públicos, que são muitos, onde se faz necessário um trabalho de equipe. Onde não está dando certo devemos sim mudar. Então porque não indicar, mesmo que não seja da base aliada, alguém com características específicas para cada pasta? Não devemos ter vaidade em ajudar o próximo, principalmente os mais necessitados. Infelizmente o que vemos na administração pública é pássaro no chão e preguiça no alto da uma árvore, se é que me entendem.

A isso chamo de matar a já morta administração pública esperantinense. O que estamos presenciando nas secretarias é a indicação política e não a indicação técnica. 
Nada contra o meu colega de turma da universidade, nada contra meu colega de futebol muito menos contra meu colega de chacota contra os vascaínos, aqui estou contra este desvio de funções por parte dos gestores municipais que alienados pela ajuda que recebem durante a campanha eleitoral se preocupam mais em cuidar dos seus aliados políticos do que com os inúmeros problemas sociais que nossa população está passando.

"Sou o que eu penso, para vocês, sou o que eu transmito".

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