6 de janeiro de 2014

Cadeiras quebradas do PSDB.

Foto: Edsondantas
Ano novo, cadeiras velhas. Vamos soltar a música, parear as cadeiras e fazer os participantes, que são em menor número do que as cadeiras, girar ao redor dos acentos.

Parecido com a dança das cadeiras, quem teve esta oportunidade na infância lembra bem, está o governo do PSDB em Esperantina. A nível nacional e estadual outrora era um partido que prezava por mão de obra técnica em seu meio. Agora, a nível municipal, preza por ajudar a quem lhe ajudou no passado. Pode ser um ninguém, um tanto faz, um intruso. O importante é 'empurrar' as cadeias com a barriga até chegar o fim da música.

Quem está no centro da governança se encontra perdido. O gestor municipal do PSDB perdeu mais um secretário em seu governo e até onde podemos observar era um dos poucos técnicos frente à uma secretaria municipal.  E agora seu gestor? Quem vai para a secretária de Educação de nosso município? Seu Jorge? Seu Pimentel? Eu? (outra brincadeirinha). Ivana Magalhães? Valdemir Miranda? O Chapolim Colorado? Um vereador qualquer?

Seu gestor saiba que a música toca de acordo com seu gosto. Ela para quando você quiser, mas fazer as pessoas sentarem nas cadeiras vai depender da hora que você apertar o botão do 'pause'.
Nesta sua brincadeira apenas as pessoas estão saindo, pois as cadeiras não podem sair juntas com pessoas. 
Você está sem opções técnicas dentro da sua base aliada, dentro da sua 'brincadeira', então o que resta fazer é deixar a vaidade de lado e procurar em outras 'brincadeiras' pessoas comprometidas em fazer não apenas o que você ordena ao dizer amém para tudo que você manda, mas que lhe ajude a terminar esta dança sem fim que tanto envergonha não só as crianças de hoje mais também as crianças de outrora.

"Sou o que eu penso, para vocês, sou o que eu transmito".

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