14 de janeiro de 2014

É hora de mudar o Discurso.

Foto: redesuldenoticias
Quando me acordei hoje, com aquelas mesmas dores de coluna, tive vontade de escrever. Não sabia ainda sobre o quê. Pensei na administração, na geografia, no meio ambiente. Pensei na família, nas aulas, nas férias e para falar a verdade pensei também na política local. Por uns minutos não sabia o que falar, escrever, informar, consertar, indignar. 

Aí veio a necessidade de mudar. Mudar um pouco de discurso como fizeram muitos homens antes de grandes batalhas, de guerras, de conquistas amorosas. 

O ser humano para se dar bem tem estas manias. Mudar de conversa. Quando mente demais, encontra uma saída com poucas verdades. Quando sempre fala a verdade se enrola para falar umas mentiras.

E que falar daqueles que são "bons de lábia"? Entram e saem facilmente de qualquer enrascada sem falar nos lugares mais difíceis que se possa imaginar. Agora me veio uma dúvida: os "bons de lábia" se dão bem por que o dom lhes foi gentil ou por que quem lhes escuta querem ser manipulados por conta do rabo preso e necessidade educacional/financeiras às sobras? 

Não dando continuidade à esta pergunta voltamos a planejar (administração) adequadamente nosso discurso de vitória dentro de uma política estadual (geopolítica) onde o mais fraco sempre é vencido pelas forças (meio ambiente) econômicas do sistema que nos rege sejam elas da mídia, do capitalismo e do próprio discurso.

Aqui me refiro a não aceitação do MEC pela implantação do Campus da Universidade Federal do Piauí em nossa cidade. Daqui até as eleições o discurso deverá mudar e vocês sabem de quem estou falando. Irão culpar o partido da estrela por esta derrota do povo esperantinense. Irão discursar na linha da BR 222, do Mercado Público, do Anel Viário, da Ponte de Luzilândia, do Matadouro, da Academia dos Idosos, do Futebol, dos Idosos, da TV Assembleia, mas que pena que não vão mais falar da UFPI.

Quantos votos perdidos? Nenhum não é mesmo ou tenho que voltar a dormir para sonhar com novas obras estruturantes feitas em discursos onde o importante é apenas falar que enviou mais uma emenda?

Blá, blá, blá, blá, blá. 

"Sou o que eu penso, para vocês, sou o que eu transmito".

Um comentário:

  1. Todos vêem o que pareces, poucos percebem o que és.

    (Niccolo Maquiavel)

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