30 de janeiro de 2014

Perseguição Política por baixo dos panos.

Ainda estou agastado com uma entrevista de Antonio Lages a uma radio de nossa cidade no início da semana. Aborrecido por dois motivos: 1º - por ele se passar por gestor da cidade do Bode e, 2º - por ele ter dado sinônimo para o termo 'Perseguição Política' como se fosse 'determinação judicial'.
Foto: soscanguaretama
Os grupos políticos têm sim este costume de, politicamente, intimidar quem é contrário suas ideologias, independente de quem esteja ou não em seus governos. É evidente que quem não faz parte do grupo governante chamados de 'oposição', mesmo com o poder da máquina administrativa, são o que menos sofrem diretamente pelo grupo político. No entanto quem faz parte do governo deve trabalhar calado, sem expressar suas vontades, críticas (mesmo que sejam construtivas), ideologias.  Infelizmente.

Seu Antonio chegou a falar que certa professora deve voltar a trabalhar na localidade da qual sua portaria foi publicada quando passou no concurso público. Disse mais, "esta determinação não é de nosso governo, é da justiça". Fico a perguntar: como a justiça sabe desse episódio isolado? Acho que a justiça tem coisas mais importantes para resolver como é o caso de pagamentos atrasados por conta da falta de boa vontade de seus aliados na prefeitura municipal, pois verbas têm.

Em Esperantina nem se fala. O gestor afirmou durante uma Sabatina no CEEP Leonardo das Dores que caso viesse a vencer as eleições em seu governo não haveria vaidade muito menos perseguição política. Enquanto isso certo membro da Banda Mestre Chico que não estava concordando com tudo que o gestor municipal estava fazendo foi chamado atenção por uma secretária, isso tudo em frente de outras pessoas. Até onde eu sei isso se chama perseguição.
Mais recente todos puderem observar o desligamento do grupo do vice-prefeito junto ao governo do PSDB.
Este ano começou com uma exoneração, diferente de tantas outras. Certo 'cabra' eleitoral durante a campanha do atual gestor estava 'falando de mais' de acordo com uma secretaria. Falou demais que foi expulso do grupo. Até onde eu sei isso se chama Perseguição política.
E o que falar de alguns professores, que antes trabalham em outro governo, que foram remanejados para bem distante de suas moradas com absurdas lotações? Sobre isso nem vou me aprofundar, pois por aqui vou parar, caso contrário irão, novamente, procurar saber se eu sou funcionário da prefeitura como aconteceu quando fiz outra crítica construtiva  lá por volta de Outubro/2013 com a post: "Férias só depois de "eu" bater no peito".

"Sou o que eu penso, para vocês, sou o que eu transmito"

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