20 de fevereiro de 2014

Esperantina e seus cabides de emprego - Trânsito

Parte da foto: portalesp.com
A famigerada política nacional é de se perpetuar no topo da pirâmide social e empregatícia enquanto tiver este poder de inchar os órgãos governamentais com aliados políticos não concursados tão somente com indicação política.

O primeiro cabide político que podemos destacar é a troca de cadeiras entre membros da família. Em Luzilândia tem, no Morro do Chapéu tem, em Piripiri tem, em Esperantina continua tendo e ao redor dos quatro cantos do Brasil tem e há de ter por muito tempo ainda.

Quanto à nossa cidade é surreal ver a empregabilidade política que o órgão responsável pelo trânsito tem. 
Quantos funcionários efetivos (do Estado do Piauí) têm na CIRETRAN de nossa cidade? Se tiver, têm poucos. 
Os demais funcionários são indicados por quem? Por que faz estas indicações? O que terá em troca?
Estes funcionários de indicação política recebem algum treinamento para servir a comunidade de forma correta, respeitosa, com serviços de qualidade como um todo ou são apenas jogados lá para Deus guiar nas suas rotinas?

Em breve (ainda este ano e com toda certeza deverá ser antes de Outubro), é capaz desse departamento receber algumas melhorias infra-estruturais tais como novos equipamentos, diminuição de taxas e isso já começou a ser feito a nível estadual próximo às eleições para senado desse ano, uma pintura e quem sabe até mesmo outras admissões, tudo isso através de qualquer emenda.

A base aliada deve receber alguma coisa em troca devido o 'árduo' trabalho realizado nas campanhas eleitorais, não é verdade? Dessa forma observamos filhos, parentes, amigos desses 'cabras' eleitorais trabalhando nestes cabides de empregos políticos no interior de nosso país. Até onde isso é correto, até onde isso é bom para a comunidade?

São tantas as perguntas que prefiro ir logo para as respostas mesmo que as eu não tenha.

"Sou o que eu penso, para vocês, sou o que transmito"

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