3 de fevereiro de 2014

Executivo bom, legislativo ruim?

Parafraseando o grande filósofo alemão Rousseau: "o homem nasce bom, mas a sociedade o corrompe". Dessa forma, intelectual (risos) começo a perceber que as relações de perturbação política vivida nos últimos tempos em nossa cidade muito têm haver com o que este alemão quis dizer em seu "Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens" onde aqui o homem nasce bom, no entanto, ao fazer parte de uma sociedade este mesmo homem passa a se vender, a vender a alma, consequentemente se corrompe.

A ciência política já fala que os valores culturais e a representação social têm pouca relevância na explicação entre os atores políticos.
Daqui podemos demonstrar que os interesses do Legislativo e Executivo, especificamente, em Esperantina caminham de forma desunida quanto as suas verdadeiras obrigações para com o social, vou além, para com o humano.

Estamos a cada dia confirmando, novamente digo em relação à nossa cidade, que a experiência administrativa no setor privado não tem contribuído para a administração pública da mesma. Sabemos que o leque de problemas e de interesses vão além do que podemos imaginar quando nos propomos a tentar-los resolver. Isso não quer dizer que devemos copiar, por completo, a administração privada para o setor público.  Isso quer dizer que discursos de que já são experientes para nos governar só mostra que entram na política local com segundas intenções e, estas, não são boas.

Os gestores podem até ter suas boas intenções, mas se perdem por não terem rabos soltos para administrar como gostariam. 
"Não é que certa Secretaria deveria ser preenchida por certo homem/mulher, mas não a foi pelo motivo de que certos vereadores não aceitaram tal indicação pelo nobre gestor municipal". Isso pode está acontecendo em nossa cidade.

Vergonha para quem deveria representar, a fingo, a sociedade a qual foi destinada a defender.

"Sou o que eu penso, para vocês, sou o que eu transmito" 

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