30 de junho de 2014

Zezinho não mamãe, zezinho não mamãe!

Quem será a galinha e o ovo do próximo governo?
"No dia em que nasci, eu era um bebê doentinho, a minha mamãe fez uma promessa, eu entrego meu filho a Jesus, só aos sete anos eu cortarei o seu cabelo e batizarei, eu lhe darei um nome santo" (trecho de música cantada por Tiririca).

Esta parte da música cai bem ao atual governador do Piauí. Nasceu em berço de ouro. Menino mimado deste cedo. Teve tudo nas mãos por ter nascido meio à família bastada. Nunca deu atenção aos mais pobres. Foi menino levado, cheio de controvérsias infantis. 
Sempre quis chamar a atenção da sociedade pelo que tinha e tem e jamais pelo o que é. Tido por alguns especialistas na área política como playboy de paletó, conseguiu chegar onde chegou (atual governador e candidato ao poder executivo pelo partido que dar apoio apenas ao poder) pelos trabalhos dos familiares e não pela competência administrativa.
Dão conta de que quando esteve frente à prefeitura de Parnaíba contratou, nos últimos meses de mandato, uma consultoria administrativa para tratar de todos os assuntos do poder executivo daquela cidade porque o mesmo estava ocupado demais com afazeres mundanos que fez do mesmo perder o total controle administrativo da cidade.
Quando assumiu o governo do Piauí, meses atrás, confirmou o desastre financeiro deixado pelo seu antecessor, Wilsão, a declarar que era necessário fazer cortes na folha de pagamento, pois a mesma estava lotada. Coitados dos funcionários da EMATER que tiveram alguns direitos econômicos cortados nestes dois últimos meses.
Lembro que o partido do atual zezinho tem fama de atrasar salários. Não esqueçam disso.
E agora vem com uma história de copiar a seleção brasileira de futebol: trabalhar com coração. Meio ao mundo técnico-científico, trabalhar apenas com coração é contar com a sorte e não com planejamento, treinamento, muito menos com equilíbrio estratégico.

Dando continuidade à música, canto:

"Aí veio a confusão, aos sete anos eu já sabia o que era bom, minha mamãe me chamou e disse", completo:
* Mão Santa,
Mãozinha não mamãe,
Mãozinha não mamãe.

* Maklandel Aquino,
Aquinozinho não mamãe,
Aquinozinho não mamãe.

* Daniel Solon,
Danielzinho não mamãe,
Danielzinho não mamãe.

* Neto Sambaiba,
Netinho não mamãe,
Netinho não mamãe.

* Wellington Diaz,
Indiozinho não mamãe,
Indiozinho não mamãe.

"Então vou homenagear ao padroeiro do Ceará: seu nome vai ser José, se não quiser, vai apanhar", completo novamente:

Este é que não quero mesmo mamãe. Posso até morrer de tanto apanhar, mas zezinho não mamãe,
Zezinho não mamãe,
Zezinho não mamãe.
Me bata, me mate, mas zezinho não mamãe,
Zezinho não mamãe,
Zezinho não mamãe.

Se aceitarmos este zezinho será 'taca' direto por muitos anos. Então eu digo:

Zezinho não mamãe,
Zezinho não mamãe.

Foto: peqno.com

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