12 de agosto de 2014

Em Batalha é assim: educação para uns, outros não.

O que acha disso? Hihihihihihihi
Os governos brasileiros deveriam priorizar a educação, como um todo, com mais respeito, com dignidade.
Longe estamos de atingirmos o patamar de igualdade dentro da educação. 
A cada governo que comanda os rumos de uma sociedade, há certos humanos que são mais beneficiados do que outros.
Muitos lutam, com faca nos dentes, para seus partidos e lideranças políticas vencerem nas urnas com o intuito de trabalhar pouco e ganhar muito no fim do mês. Observamos isso em todos os governos. Infelizmente.


Na cidade de Batalha está acontecendo algo muito estranho.

A secretaria de Educação, através do Plano de Cargos e Carreira, paga certa quantia de ajuda de custo para certos professores da rede municipal de educação. Até aqui tudo bem, tudo ótimo, apesar de que os valores são bem mais baixos do que na administração de Amaro Melo.
A questão é: os professores que recebem esta ajuda de custo fazem parte de uma determinada região do município (zona rural - parte norte do município).
Outros professores, que aqui os chamo de privilegiados e queridinhos da atual administração lá pelo lado Sul, Sudeste e Sudoeste do município, têm CARROS pagos pelo poder público municipal para levar-los até as escolas onde trabalham e trazer-los de volta para casa, sãs e salvos. No dia que o carro não pode levar-los, os professores que deixam de ir não levam falta no fim do mês. Isso pode?
Isso acontece em algumas comunidades. Exs: Ius, Cacimbas I, Caraíbas, Santa Rita, etc.

Enquanto professores de Vitória de Baixo, Cacimbas II e algumas outras, que são exemplos de compromisso, respeito, união e muito trabalho (e os números não deixam mentir) mesmo recebendo a ajuda de custo, ainda precisam tirar do próprio salário R$ 150,00, R$ 200,00 ou mesmo R$ 250,00 todos os mês. Se pensarem tirar menos terão que gastar com a saúde, pois ir de motocicleta à uma distância de 30, 35 ou mesmo 40 km, em pleno horário do meio dia, é pagar para trabalhar e morrer. É de lascar. Não estou dizendo que os outros professores não são tudo isso que somos (que fique bem claro).

Então, se tem professores com carro a disposição, o mesmo que acontece no município de Luzilândia, todos os outros devem ter, a partir de agora, pois Lei não descrimina e é para todos. 

Com a palavra as senhoras gestora municipal, secretária de educação, o senhor presidente do Sindicato e a promotoria do município.

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