4 de setembro de 2014

Morro do Chapéu pisa no Piso Salarial.

Fto: expressodanoticia
Até parece um complô entre as prefeituras do Território dos Cocais no que diz respeito ao pagamento do Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN).
Apenas algumas cidades, Esperantina é uma delas, do Território dos Cocais pagam este reconhecimento aos professores.

A política de valorização dos profissionais do magistério da educação básica pública é uma forma de garantir condições dignas aos profissionais. Todo mundo sabe disso, menos os gestores. Além de disso se faz necessários garantir um melhor desempenho e formação destes profissionais para que tenham condições sociais e econômicas que os estimule a buscar um melhor desempenho no ensino-aprendizado


Dessa forma a educação de nossas crianças há de melhor e consequentemente o desenvolvimento, como um todo, para a cidade.

Esta luta não é fácil. 
Para facilitar esta valorização dos profissionais foi criado o Piso Salarial Profissional Nacional em 2008. Esta luta remota o início do Império. Mas só agora foi obtido. Para nosso bem não é verdade?

Infelizmente tem gestores que fazem de tudo em não reconhecer este direito.

Ações judiciais, greves entre outros atos já foram feitos em busca desse direito pelo Brasil a fora.

No município de Morro do Chapéu do Piauí este direito está sendo, também, negado pela Prefeitura e Secretaria de Educação.

É verdade que a gestora municipal juntamente com sua Secretária de Educação está incentivando os professores a entrarem na Justiça para que as mesmas paguem o Piso Salarial do Magistério?
Dizem que estão fazendo isso para não caírem no limite da Lei de Responsabilidade Fiscal que tem como limite de pagamento com servidores na casa de 54%. Caso a Justiça as obrigue a pagar, os gastos podem ultrapassar os 54% e própria Justiça não terá como punir-las por isso.

Já chegou a informação de que a prefeitura tem dinheiro em caixa, no entanto só não paga o Piso porque tem medo de ultrapassar este limite de gasto.

Resta aos meus colegas Vereadores da cidade do Morro do Chapéu fiscalizar este comportamento da gestão pública do município.
Quanto aos meus colegas de profissão digo que o jeito é começarem a colocar o pé na parede em não trabalhar enquanto não receberem o Piso, pois no município de Batalha isso está perto de acontecer.

Quem pisa no Piso Salarial contribui para afundar a Educação.

"Na vida nada é tudo, tudo é pouco e pouco é nada".

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