30 de setembro de 2014

Teremos ou não compra de votos?

Fto: agenciapress
Há cinco dias para mais uma obrigatória eleição, eleitores céticos e políticos de vários 'naipes' se prepararam para ver os mesmos caminhos que antecedem uma disputa pelo poder.

Sempre se fala quanto um político partidário, um partido político, uma coligação irá gastar durante uma eleição.
De acordo com os órgãos responsáveis, já foi gasto no Piauí mais de R$ 8 milhões de reais com esta corrida eleitoral. Isso tudo sem esta última semana de tentativas absurdas para vencer nas urnas.

O Ministério Público de Roraima proibiu, por parte de políticos e coligações, saques acima de R$ 10.000,00, a partir dessa Segunda-Feira, até o dia das eleições.
Fto: umanos
Esta forma é uma das inúmeras no Brasil para evitar a compra de votos que é tão comum ouvirmos falar nos quatro cantos do país, principalmente poucos dias que antecede uma eleição.

Devemos nos perguntar de onde sai o dinheiro para bancar estas milionárias campanhas.
Já se falam em Reforma Política. E dentro dessa, a doação, privada, de dinheiro para políticos e partidos.
É uma boa inciativa. Mas qual político irá votar nesta reforma? Serão poucos e consequentemente insuficientes para aprovação.
Esta forma de impedir compra de votos e posteriormente ajuda, somente, a quem ajudou nas despesas eleitorais, pode mudar o panorama politiqueiro dos últimos sete dias para uma eleição.

Outra pergunta que devemos fazer é: quem desses candidatos, aqui em Esperantina, irá comprar votos com dinheiro em espécie ou com doação de esmolas como tijolos, DAS, dentaduras, filtro de barro, colchões, Carteira de Identidade, CPF, 'carrada' de areia, gasolina, um litro de tiquira, etc? O Ismar? O Themistocles? O Zé? A Jannaína? O Limma? Ou nenhum desses candidato? Espero que nossos eleitores não se vendam caso estes pretendentes ao poder queiram desrespeitar as normas de uma eleição limpa.

Nestes últimos dias de campanha as melhores armas para podem ser uma filmadora, uma máquina fotográfica, um gravador portátil, apesar de que continuo em defesa de um título eleitoral chamado de consciência política. 

"Sou o que eu penso, para vocês, sou o que eu transmito" 

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