12 de setembro de 2014

Trabalho em Esperantina é eficiente quando é Oposição.

Oposição séria é aquela que delineia a forma de atuação do governo, sem, contudo, criar embaraços desnecessários e prejudiciais (Adv. Igor Montalvão).

Entra governa e sai governo e pouco é feito por Esperantina.
A situação sempre se omitindo de suas obrigações. O povo sofrendo.

No Brasil a disputa é enorme quanto os dois lados do poder nacional.
Quem está no poder é situação. Situação de quem? A quem?
Quem quer está no poder é oposição? Oposição para quê? Por quê?
Pela milésima vez Esperantina passa por uma nova administração, maior do que até mesmo os 31 gestores municipais que nos governaram.

A terceira gestor'a' da história política partidária de Esperantina assume nossa cidade deixando a 'situação' em alerta, pouco trabalhando por conta da incerteza da 'missão' de ajudar nosso povo.
A oposição falante de agora, que até então se omitia de suas obrigações, agora trabalha forte como sendo alto falantes humanos para o bem-estar. De quem mesmo?

Depois de mais um reboliço político, de mudança de situação e oposição, novamente se percebe que os interesses do povo fica em último plano referente às políticas públicas.
Quem não estava se dando bem com altíssimos vencimentos de fim de mês fazia uma oposição contra a situação e a favor dos interesses próprios. Resumindo, trabalha muito. Muito mesmo para tornarem-se situação.
Já os que não davam um prego no sabão e ganhavam muito bem pela mordomia fechavam a boca, escondiam em um curtinha escura, trabalhava pouquíssimo.

É compreensivo este comportamento. Não é aceitável. Para toda situação há necessidade de uma oposição e vice-versa.
A grande questão é que quando é 'situação' pode fazer contratos que não condiz com a boa conduta administrativa, pode deixar de fazer os devidos pagamentos, ou seja, pode fazer quase tudo. 
Quando é oposição nada disso pode ser feito.

Resta ao povo se informar sobre os bastidores da política, serem cidadãos de seus direitos e deveres, governantes de seu futuro.

Os discursos são vazios, nojentos. São necessários? São sim. Com certeza devemos ter estes discursos para um dia termos uma oposição/situação mais eficiente e concreta onde os dois lados trabalhem para o povo, somente para o povo.
Mais isso ainda vai demorar.
A oposição ainda se vende. A situação ainda compra. O povo ainda paga. Paga por não termos vergonha na política, vergonha nos atos.


"Na vida nada é tudo, tudo é pouco e pouco é nada".

Fto - marcoaurelio

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