2 de dezembro de 2014

A cidade de Batalha e seu vício.

Vício: problema ou solução? Medo ou Coragem? Necessário ou obsoleto? 
Vício é um sentimento.
Pode ser um mérito? Não. Não passa de um vício.

Os vícios são inúmeros. Nos apegamos a eles para demonstrar força ou fraqueza. Somente isso.
Seres humanos acham que podem ter o luxo de ser viciado.
Viciado em drogas ilícitas? Você é?
Viciado em mulher ou homem? Você é?
Viciado em internet? Quase todos. Por um lado isso é bom, por 'outros', não.

Na cidade de Batalha, Norte do Piauí, onde apenas duas mesmices de grupos políticos comandam e aterrorizam, o vício é reinante na área do poder.
Isso mesmo. Vício em poder, ganância.

Uma das cidades piauienses mais antigas do estado Piauí, rica em recursos naturais, pobre em força humana, esta última por conta de vícios, não sai do ponto de estagnação social.

Uns são viciados em mandar. Estes são bastados do capitalismo herdado por geração e geração. Tiveram mais chances de estudar e aprender. E aprenderam a dar continuidade em serem viciados em não trabalhar e sim, e tão somente, mandar. Este querer pelo 'mandar' só é possível por conta do poder que tem nas mãos.

Já a maioria se acostumou a ser viciados na obediência. Rabo entre as pernas, aceita como normalidade, a obediência, mesmo que seja na taca, na judiação, na pisa debaixo do sol de cada dia. Não estudam para aprender. Ao contrário, continuam analfabetos ao acharem que não tem direitos, apenas obrigações.

Cabeça abaixada, mãos cruzadas e a reza sempre termina no amém.

Quando é o 'Melo', metade da cidade se vicia em defender-lo ao dizer que a cidade agora irá crescer. Tudo que faz, esta metade, aceita calada mesmo que seja contra a mesma. Enquanto isso a outra metade da cidade, tida como oposição, grita aos quatros cantos que a cidade agora será maldiçoada.

Quando é o 'Lages', situação de agora, a outra metade da cidade, até então oposição, começa a desfrutar a máquina administrativa para tirar umas férias do trabalho pesado e passam a ganhar dinheiro sem trabalhar. Não diferente da época do 'Melo". O grande chefe desse grupo político, médico por formação, adora maltratar os professores e toda a classe da educação. Talvez tenha aprendido a ser médico com algum Deus de Marte e não com professores. 

Até o momento, o vício é massacrar a classe. Deste ontem (01/12) os transportes escolares estão proibidos de levar os estudantes para as escolas, pelo menos na zona rural de Marajá dos Almeida, Vitória de baixo e redondeza. Alegação? Diminuir gastos.
Outros vícios de poder se refere aos cortes nas ajudas de custos dos professores, abertura de processos administrativos contra muitos professores, não pagamento do direito que todo professor tem - Piso Salarial 2015 -, demissão de professores, diferenças salariais de anos anteriores de vigias e zeladoras, retirada de outras extras e adicionais noturnos dos vigias. 

Tudo isso são vícios de poder. Muitos viciados da classe pobre, seja de capital ou de cultura, ainda tem a coragem de dar um voto para estes grupos políticos viciados em atrasar a cidade através da estagnação dos serviços públicos.

Estão viciados em pensar apenas no próprio bolso, na própria família. O vício é grande.

Mas o grande culpado disso é a população viciada em apanhar, levar chicotada na cara e no bolso, na vergonha também, se é que tem.

Daqui pra frente tenho que entender que serei viciado em receber meu salário sempre em atraso, se é que for continuara receber.

"Na vida nada é tudo, tudo é pouco e pouco é nada, vivemos em um ciclo vicioso".
Fto - clinicapsicologicamec 

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