2 de janeiro de 2015

Cidade remendada!

Saudações geográficas!
O ano de 2015 começa e aqui estamos.

É de práxis a prática horripilante do governo municipal - remendar o remendado.
Em todo o país é comum vermos os mais pobres remendando suas calças por falta de dinheiro para comprar uma roupa nova.
A roupa é usada até mesmo depois de sua validade falida.

Os abastados não tem esta prática. O dinheiro é fácil e aos montões.
Rouba nova todo dia e só de 'grife'.

Por estas bandas do Brasil a 'moda' é transferir um bueiro de lama de um lado da rua para o outro. Remendar o remendado.
O Estatuto das Cidades é apenas um pedaço de pano (papel) sem validade sequer.
O importante é dar trabalho (emprego) para quem trabalhou para eleger nosso governantes.
A cidade não fica mais bela, muito menos mais limpa.
Atolados, sem saber para quem recorrer, a população vive em lamas.

Quem por aqui nos visita ficam espantados em ver tamanha costura da máquina pública pelos governantes (gestores municipais e estaduais).
Enquanto cidades cearenses bem menores do que a nossa não tem sequer uma rua sem ASFALTO, por aqui não tem um buraco sem rua.

A configuração urbana é assim. A rural é quase um inferno.
O tempo passa e nada muda. Como foi dito antes, até muda, mas apenas o lado do buraco, se é que me entendem, pois o pano para remendar está sempre sendo o mesmo.



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