16 de janeiro de 2015

Indicação Técnica ou Política?

Novamente aqui estamos. Saudações geográficas!
Depois de um problema técnico em nossos equipamentos, a esperança é que os problemas políticos partidários nos deixem também neste ano vindouro.

Nova gestão política e as mesmas esferas de provimento de cargo. 
Existem várias formas de provimento de cargo: concurso público, eleições internas, por tempo de carreira e a maldiçoada indicação política.

As modalidades deveriam ser: seleção (concurso), aferição (técnica). Mas não é. Prevalece a indicação (política).

Esta última, pouco democrática, nada tem haver com o gerenciamento técnico da máquina pública.
Quem indica e principalmente que é indicado começa seu mandado sem nenhum interesse em melhorar o gerenciamento do órgão que está recebendo em relação ao seu antecessor, que por sinal também foi indicado.
Em nossa terra abençoada por São Sebastião esses percalços reinam como uma peste que no passado o mesmo santo o exterminou. Oh São Sebastião ajude-nos a exterminar este mau político também! 

Falando dessa forma estou parecendo um professor da cidade de Batalha que acha que os problemas de lá (Batalha) só a ação divina pode modificar para melhor.

Vários são os órgãos estaduais, funcionando de forma deprimente, em nossa cidade.
São eles CINETRAN, IAPEP, SINE, Hospital, Supervisão de ensino, penitenciária, delegacia, UESPI, etc.

Quem será os novos comandantes desses departamentos? Sabemos que em alguns já estão preenchidas as vagas.
Agora perguntamos novamente: como foram escolhidos para tal posto? Hora bolas, esta até eu respondo: indicação.

Essa forma não condiz com as necessidades de mercado/comércio. A excelência nos serviços prestados à população (serviço público) deve começar na adequada forma de gerenciamento interno de qualquer quer seja o órgão prestador de serviços.

Dessa forma, percebemos que os serviços não estão condizendo com as necessidades de quem merece tal serviço - a população.

A indicação política só 'indica' que tal indicado está ali apenas por ser marionete do 'padri' político e não por ser capacitado a ponto de melhor o bem está da população.
É bem verdade que alguns, apenas alguns, indicados têm capacidade, mesmo que sejam mínimas, para dar continuidade os trabalhos.

Vamos esperar as melhorias. Se elas não vierem, os primeiros culpados serão aqueles que indicaram, segundo serão os indicados e por último será a população.

"Nada na vida é tudo, tudo é pouco e pouco é nada, vivemos em um ciclo vicioso" 

Foto - avaaz.org

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