18 de março de 2015

Professores devem ser opositores ou da situação?

De antemão devo dizer que um professor que se preza deve está, sempre, ao lado dos direitos educacionais.

Na política brasileira existem vários leques de comportamentos para conseguir mais aliados partidários. Certo e errados. Não poderia ser diferente.

No momento em que o Congresso Nacional aprovou recursos triplicados para os partidos nacionais, é de esperar mais manobras para se conseguir aliados que façam os governantes atuais continuarem no poder.

Existe aquela velha e sem conotação frase: "vamos trabalhar para quem não votou em 'nós' para ver se eles vêm para o nosso lado, pois aqueles que nos apoiaram irão continuar a nos apoiar"
Por conta dessa frase, e não somente ela, é que observamos, anos após anos, traições partidárias.
No momento das assinaturas de apoio político para mais uma eleição, vários homens e mulheres começam seus atos de Judas Iscariotes.

Muitos deixam seus afazeres diários para se dedicarem quase totalmente para eleger certo político com o intuito de ser reconhecido financeiramente depois da vitória. 

Sol e mais sol, viagens e mais viagens, pedidos e mais pedidos de votos são enfrentados nessa batalha na qual não tenho coragem e nem 'cara' para fazer.

Depois da vitória, o gestor municipal ou estadual vira as costas e passa a dar mais atenção àqueles que votaram contra. Pega!

As notícias dão conta de que professores que votaram contra estão recebendo 40 horas. Enquanto quem trabalhou e votou a favor continuam com 20 horas.
Ainda dizem que estas 40 horas estão sendo trabalhadas em apenas um período (manhã ou tarde).

Pelo que tenho dito e repetido, o melhor é ser do 'contra' para melhor ser visto e reconhecido.

Como não tenho este comportamento em enfrentar uma eleição de forma direta, fico eu trabalhando muito e recebendo pouco.
É a vida!

"Na vida nada é tudo, tudo é pouco e pouco é nada, portanto vivemos em um ciclo vicioso".
Fto - clintonmedeiros

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