23 de abril de 2015

Com que dinheiro?

Para hoje temos esta imagem para ser interpretada.
Não é um mapa, mais é uma planilha (tabela).

Podemos tirar algumas conclusões sobre tal imagem.
Inicialmente qual a sua análise?

Para início de conversa se faz necessário lermos alguns ponto importantes dessa imagem.

O título: Folha de pagamento.
A fonte: SINDESERM

Orientação: Ao Norte de Esperantina.
Data: Mês de Março/2015.

Fonte Pagadora: FPM

Pois bem meus caros colegas jovens com espírito de justiça.

Naquele município ao norte de Esperantina existe um gabinete de gestora municipal com inúmeros funcionários. 
Dentro da Lei, aceito.
Dentro do Bom Senso, não.

Como vocês podem observar na imagem, existem 16 (Dezesseis) funcionários sem lotação.
No mês de Dezembro de 2014 eram 14. Agora são 16. Estes funcionários são da pasta da Educação.
Isso mesmo, enquanto a Secretaria de Educação CONTRATA, da base aliada, funcionários para trabalhar na área da educação (nas escolas, etc.), existem 16 que não dão um 'prego no sabão'.

Estes funcionários estão, de acordo com o exposto na folha de pagamento, sem um lugar para trabalhar.
Conclusão disso? Estão sem trabalhar e mesmo assim estão recebendo os proventos, os salários.
Na imagem não dar para ver, mas existe ainda uma GRATIFICAÇÃO por DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES.

Analisem comigo: estes 16 funcionários estão sem lotação (sem um lugar para trabalhar), consequentemente não estão trabalhando e mesmo assim estão recebendo dinheiro público, oriundos do FPM, acrescentado de uma GRATIFICAÇÃO por DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES. 
Como se não fosse o bastante, além dessa gratificação ainda existe, nesta mesma folha, um SALÁRIO FAMÍLIA.

Então quer dizer que ficar sem trabalhar é um desenvolvimento de atividade e ainda necessita de salário da família?

E quem realmente trabalha, não merece receber esta verba?

Chegada a hora do relatório final sobre esta aula de análise de uma imagem, podemos tirar alguns esclarecimentos:
A secretária de educação quando questionada sobre o não pagamento do PISAN 2014 e 2015 aos professores, ela é enfática em dizer: com que dinheiro?
Quando se fala em greve da educação, certos vereadores aliados à gestão atual dizem serem contrários mesmo que um professor/vereador esteja nesta lista, mesmo que a esposa de um vereador esteja nesta lista e mesmo que a esposa do vice - gestor esteja nesta lista.
Ainda tem professor/vereador sendo diretor de escola estadual mesmo não sendo nem professor celetista muito menos efetivo do quadro.

Para terminar nossa análise/aula de hoje questionamos: para onde vai o dinheiro descontado das faltas dos professores?

Na próxima aula/análise iremos tratar sobre o posicionamento favorável a essa política atual por parte de muitos professores que não lutam pelos seus direitos e ainda por cima vivem criticando os que lutam. 

"Na vida nada é tudo, tudo é pouco e pouco é nada, portanto, vivemos em um ciclo vicioso".

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