26 de julho de 2015

Marketing político

"Inteligente é aquele que não cansa de aprender" (Sócrates).

Antes mesmo de você ir à urna, sabendo ou não em quem escolher para ser seu governante, a política eleitoreira já têm feito estrago em seus neurônios por meio de um segmento específico dentro da comunicação 'mercadológica' que visa estreitar a relação de expectativa de um determinado grupo de pessoas em relação às questões que envolvem seu cotidiano e a materialização da mesma em um candidato, um governo, um partido ou um grupo político chamado de Marketing Político.
O Marketing eleitoral refere-se às técnicas que visam tornar um candidato a cargo público conhecido e aceito no período eleitoral, através de suas propostas e projetos. Em síntese, trata de Estudo e Ação de mercado, utilizado para segmentar grupos sociais, desejos e anseios da população, desenvolvendo sintonia entre aquilo que o político deseja fazer e o seu público-alvo espera, necessita (pesquisas). Já a Propaganda Política é uma das ferramentas de comunicação utilizadas em uma estratégia de Marketing Político e/ou Eleitoral (Wikipédia).
Se bem vocês tiverem prestado atenção nas palavras explicativas sobre o que vem a ser Marketing Político, é óbvio que uma palavra merece destaque: Mercado.

Política, nas carruagens atuais, não deixa de ser um mercado para quem se lança como salvador de uma democracia, um pai/mãe da administração pública.

Mercado denota troca ou compra. 
Sabemos que este termo vai mais além do que apenas troca ou compra. Não queremos estender profundamente o que vem a ser mercado.
Queremos apenas divulgar que esta política que nos apresenta hoje é uma moeda de sobrevivência pessoal, e não social.

Não se iludam com a propaganda política na qual tem estampada a frase: fulano é o melhor; beltrano irá fazer isso e aquilo; sicrano é nosso amigo(a) e é uma pessoa trabalhadora.

Puro marketing. Para mim vai além: é marketing barato.

Meio a crises (política, econômica, etc.) o barato é preferência nacional.

E há quem se vala disso. Refiro-me a políticos partidários no tocante a quererem, e conseguem, se apresentarem à opinião pública como sendo os menos ruins para resolver 'todos' os problemas que assolam nossa gente.

Milhões de reais são gastos com a mídia para a cada minuto o rosto ou as palavras de certo candidato esteja hipnotizando o eleitor. Canais de TV, rádios, sites de internet e muitas 'línguas' lucram um pouco mais nestes tempos eleitoreiros.

Vejamos bem o nosso meio. 
Doações a qualquer tipo de torneio, campeonatos já começam a serem distribuídos.
Patrocínios, diretos e indiretos, começam a fazer parte de qualquer evento.

Subiu a fumaça, pode esperar que em minutos o candidato estará presente.
Em qualquer brincadeira de criança a presença física se faz importante para "se aparecer".

No espaço que nos rodeia, muitos são os que usam, com perfeição, esta ferramenta ilusória de perpetuação no poder político e econômico.

Aqui fica a dica e cuidado para não serem comprados ou mesmo vendidos por esmolas.

Fto - taringa

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