29 de agosto de 2015

Enquanto os ricos guerreiam, os pobres morrem

De umas alunas ouvi esta frase do título.

Esta semana que passou discuti em sala de aula, mais precisamente nas turmas de segundo ano do ensino médio, sobre a pobreza, a fome e as metas do milênio. Estas últimas, as potências econômicas juntamente com as emergentes têm até o fim desse ano para alcançá-las.
Novato nas turmas aproveitei para trabalhar estes temas em um pequeno seminário. Algo simples. Nada demais para início de segundo semestre letivo.

Aos poucos os alunos foram apresentando dados sobre a pobreza tal como causas e consequências. As mazelas que rodeia a maior parte dos mais de 7 bilhões pessoas que nossa Terra está suportando foram sendo desvendadas.
A fome, um dos produtos da pobreza, muito bem foi exposta nos debates. A produtividade agropastoril não é problema para um mundo tecnológico, ou seja, alimentos tem o suficiente para saciar a fome de todos, que pena que existe, neste sistema capitalista, tal de concentração. Concentração de tudo: de poder, de renda, de alimentos, etc.

Envolvendo fui os alunos quanto a importância desse tema onde tem, neste exato momento, pessoas pobres e sentido fome por falta de calorias suficientes para energizar suas células.

A dor de quem está sentido estas mazelas (produto do egoísmo humano) é ímpar.

Ao terminar uma das apresentações, entre as quatro salas onde foram feitos, ouvi e li de duas alunas a frase que titula esta postagem: "Enquanto os ricos guerreiam, os pobres morrem".
Esta disparidade entre as nações que o capitalismo frutifica denota muito bem a real situação de quase 1 bilhão de pessoas (de acordo com o PNUD) que estão sentindo fome neste dia.

"Posso não concordar com nenhuma das palavras que você diz, mas defenderei até a morte o direito de dizê-las." (Voltaire).

Fto 01 - elianjos.wordpress





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