30 de agosto de 2015

Insustentabilidade hídrica da AGESPISA

Você concorda que o Estado não deve ter, sobre sua administração, empresa pública?
As empresas a funcionar em uma nação deve ser privadas ou públicas.

Liberalismo ou Neoliberalismo?

São tantas perguntas meio a tantas crises econômicas e ambientais.
Foi noticiado recentemente que a empresa 'piauiense' Água e Esgotos s/a (AGESPISA) tem uma dívida de mais de 1 bilhão de reais.

Não me foge a memória quando a antiga TELEPISA (empresa piauiense da década de 1990) foi privatizada.
Muitos queriam a cabeça de quem a vendeu. Anos mais tardes percebemos que a melhor saída foi o desligamento do Estado dessa empresa - TELEPISA - que fazia poucos homens enriquecerem da noite para o dia.

Hoje estamos vivenciando novamente esta má conduta administrativa pública. 
Não são técnicos que dirige a AGESPISA. Talvez seja por isso que o rombo só aumenta, apesar de que a arrecadação em todo o estado do Piauí é muito grande frente aos investimentos feitos na melhoria da infraestrutura da empresa.
Dizem que só em Esperantina são mais de R$ 200.000,00 mês.
Outro problema, divulgado também recentemente, se refere à folha de pagamento.

Tem funcionários, a maioria daqueles que entraram pelas janelas, recebendo salários na casa de R$ 35.000,000. Mais do que muitos Juízes do Supremo Tribunal Federal.
Já pensou um trabalho público como Recepcionista recebendo R$ 7.000,00? Vem que na AGESPISA tem vaga.
Quer um emprego público como auxiliar de serviços gerais recebendo na casa de R$ 6.000,00? Então procure um padrinho político e peça para lhe empregar na AGESPISA, pois só trabalha neste orgulho político do Piauí quem é apadrinhado político. Outro mal da empresa.

Eficiência e eficácia passam é longe dessa empresa que já recebe denúncias de ser um 'cofre' para campanhas. Próximo ano tem mais. Lava à torneira?

Acaba não Brasil!

"Posso não concordar com nenhuma das palavras que você diz, mas defenderei até a morte o direito de dizê-las." (Voltaire).

Fto - cidadeverde

Nenhum comentário:

Postar um comentário