16 de agosto de 2015

Só o 'H'

"Dar-lhe o pão que o diabo amassou e mesmo assim a multidão irá gostar, pois o importante é que o governo está dando, mesmo que seja um caminho para o inferno".

Governos, Estado (que não é Nação), administração pública e pessoas públicas nunca chegam a um denominador comum quando se trata de políticas públicas voltadas para o bem está da sociedade.

As verbas existem ao monte em nosso país. Os impostos cobrados dia-a-dia (carga tributária) não me deixa mentir.
Mesmo assim pequenas, médias e grandes obras estruturantes não são feitas adequadamente.
Aquele velho 'jeitinho brasileiro' de se fazer ganhando além do que a Lei manda.
Vejamos a questão do Mercado Público em Esperantina. À época, foram anunciados a liberação de mais de 2 milhões de reais.
Por incrível que parece, a obra não foi terminada.
Por estas e outras achei lindo a atitude dos feirantes em ter derrubado aquela proteção de alumínio que separava a pouca vergonhas dos políticos e o trabalho árduo dos feirantes.

E assim são inúmeras obras Brasil a fora.

Agora os jornais estão anunciando que os estádios para a copa de 2014 tiveram superfaturamentos. Não é de estranhar.
Dinheiro público parece ser tratado como bem particular dos políticos partidários.

A questão é tão enraizada no comportamento dos homens públicos que notícias como estas já não comove a população.

Outro exemplo que gostaria de compartilhar com vocês é a 'obra' de 'conserto' da estrada vicinal que liga Esperantina para a localidade Malhada do Meio.

Enquanto o governo municipal fez um belo trabalho nas estradas da região da localidade Bom Fim e Jacaré da vermelha pondo e espalhando 'piçarra', na estrada em questão fizeram apenas uma raspagem de um trecho. 
Fizeram um bom trabalho em um pedaço de pelo menos 8 Km, depois uns 03 Km não se ver trabalho algum e para finalizar, já próximo à localidade Malhada do Meio, 'terminaram' o "H".
Só tenho que lamentar pelo trabalho feito pela metade.

"Posso não concordar com nenhuma das palavras que você diz, mas defenderei até a morte o direito de dizê-las." (Voltaire).

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