23 de outubro de 2015

Começou o leilão partidário

As 'joias' estão sendo reunidas para mais um leilão. O leilão em voga não é o de Nossa Senhora da Boa Esperança, aquele feito sem espaço para arremates de forma fiada.

O leilão agora é feito de joias mais 'nobres' e caras. É leilão seleto.
O arremate pode ser pago em até 48 meses. No entanto, para as 'joias' serem escolhidas por seus arremates abastados de dinheiro basta uma promessa de reconhecimento de vagas na administração pública municipal após a esperava vitória no ano que há de começar.
É isso mesmo pessoal. Esperantina é feita de leilão partidário.

As 'joias' para conseguir um espaço no paraíso chamado de administração pública municipal lançam seus nomes como pré-candidatos ao poder Executivo meses antes da eleição propriamente dita com a intenção de serem avaliados como possíveis fortes detentores de votos.
Se for bom de votos, mesmo sem dinheiro para bancar uma campanha, logo torna uma valiosa 'joia'. 
Consequentemente é arrematada e a jogada de mestre de se apresentar como pré-candidato é absorvida, aceita, concluída.

A intenção do leilão partidário, que não funciona somente por estas bandas do Brasil, não é resolver, muito menos direcionar políticas públicas para o benefício da população. Ou seja, não é ajudar a quem realmente precisa.
A população em massa, neste caso do leilão, fica em segundo, ou mesmo em terceiro, plano.

O interesse do leilão é garantir poder, influência, mordomia aos partidários. O poder deve continuar com quem já tem poder. Este é o pensamento.

Muitos cientistas políticos e filósofos entre estes últimos destacamos Luiz Felipe Pondé diz que:

"a única preocupação dos políticos é de se reeleger. Deste o primeiro dia de mandato, a única intenção é trabalhar, junto as suas bases eleitorais, para se reeleger".

Nestas 'manobras' políticas em transformar um trabalho social, que é o da política, em mercadoria de troca e venda é que podemos tirar conclusões de que poucas são as pessoas que merecem ser joias sociais para o bem comum, coletivo de uma sociedade.

Estas atitudes politiqueiras apenas deixa nítidas as verdadeiras intenções dos políticos partidários em se apresentar à população em época de eleição. 

Não acreditem em tudo que falam!

Estou convencido de que quase todos dos que se apresentam como salvadores da pátria não passam de interesseiros, querendo galgar vantagens através da máquina pública para benefícios familiares. E tão somente.

Quem dar mais? Quem pode dar mais do que apenas política barata?

Dali uma, dali duas, dali três candidatos? Dar mais candidatos? Ou vamos continuar a ver mais joias sendo vendidas em troca do patrimônio de nossa gente?

"Posso não concordar com nenhuma das palavras que você diz, mas defenderei até a morte o direito de dizê-las" (Voltarie).

Fto - ndonline

Nenhum comentário:

Postar um comentário