18 de julho de 2016

A casa caiu

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A formidável equipe de defesa da gestora municipal de Batalha terá mais uma missão antes das eleições de Outubro.
Mais uma ação judicial foi impetrada contra a gestora devido sua indevida conduta administrativa contra o povo da cidade de Batalha, mais especificamente contra os professores.

É de conhecimento de todos que a gestora municipal de Batalha, pré-candidata à gestão pública batalhense, há três anos não respeita a Lei do Piso Salarial dos Professores.
Tudo isso com o aval, omissão, de certos vereadores, que também são pré-candidatos nas eleições de Outubro futuro.
Com mais esta ação, os advogados da gestora terão que comprovar junto à justiça que a mesma está agindo de boa fé e com boa conduta em não pagar, todos os meses, aos professores um valor que vareia entre R$ 350,00 e R$ 870,00, dependendo da classe e do nível do professor, desde 2013, ano do último reajuste salarial.

É triste não é mesmo?

E com qual cara, ou vergonha na cara, a gestora baterá nas portas dos batalhenses, em especial dos professores, para pedir votos?

Dizem que políticos não têm vergonha na cara. Se é verdade, a gestora não terá nenhuma cerimônia em pedir descaradamente votos para continuar no poder e estando no poder continuar a olhar para a classe educacional como mera submissa de seus caprichos administrativos.

Não devemos ter, mais, a ousadia em votar em uma pessoa que já foi testada como gestora municipal e ao mesmo tempo tem uma reprovação altíssima por conta de não respeitar uma das principais classes trabalhadoras de um país.

Aqueles que não conseguirem ver estes erros administrativos de uma gestora municipal como a de Batalha, merecerão viver em uma casa caída feita pro suas próprias mãos, pelo seu próprio voto.

" Posso não concordar com nenhuma palavra que você diz, mas defenderei até a morte o direito de dizê-la" (Voltarie).    

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