27 de agosto de 2016

Desespero

A coligação "Unidos por uma nova Esperantina", encabeçada pelo advogado Marllos Sampaio, pagou um mico, mais parecido com um gorila, quando em uma pequena reunião política o intermediador da reunião comparou o candidato a vice gestor por esta coligação - médico Raimundo Fontinele, a outro médico, - Joe, este último sendo integrante da coligação "Esperantina no rumo certo" encabeçada pela atual gestora da cidade, Vilma Amorim.

Pelo jeito, invés de estarem preocupados com suas péssimas ações, estão mais pensando nos adversários políticos. Verdadeira demonstração que política virou mesmo um negócio onde o mais correto não é mostrar seus benefícios para a sociedade tirar suas conclusões, e sim mostrar ao povo os malefícios dos adversários de outras coligações. 
Fico a imaginar o que está imaginando o candidato a vice gestor Raimundo Fontinele quanto a este episódio de desespero político.

Agora estou pensando o que os babões de plantão irão falar sobre esta postagem.
No mínimo irão dizer que sou petista, ptralha como um certo veterinário da cidade me chama.

Mais vou mais longe nos meus pensamentos.

O candidato Marllos Sampaio fala abertamente que o seu candidato a vice foi escolhido pelo povo, através de uma consulta popular, ou seja, uma pesquisa.

Quem é este povo mesmo? Não vi nenhuma pesquisa sendo feita para escolha do candidato a vice da coligação "Unidos por uma nova Esperantina. Muito menos não vejo e nem conheço quem a tenha visto.

Este povo que tanto é citado se refere meramente aos dois presidentes das respectivas siglas PMDB e PSDB? Ou esta pesquisa foi mais bem abrangente ao ponto de ouvir a opinião de todos os afiados das duas siglas?

Acho que este POVO que 'escolheu', que tanto se refere o candidato, não passa de uma jogada política para iludir o povo.
A prova é o vídeo acima onde mostra que o médico JOE está mais presente na cabeça e no coração dos pmdbistas do que o atual candidato Raimundo Fontinele.
Coitado desse último, pois o mesmo queria tanto ser o candidato majoritário nestas eleições que teve que se omitir por conta de algum interesse, partidário, econômico, trabalhista, etc, aos seus próprios interesses.

Que sejamos politizados o suficiente para enxergamos o que nem mesmo nos olhos consegue ver agora.

"Posso não concordar com nenhuma palavra que você diz, mas defenderei até a morte o direito de dizê-la" (Voltarie).

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