1 de setembro de 2016

A vida e seus trocos

Os mistérios da vida, razões para continuarmos a caminhar à procura, muito das vezes, de sentidos que desconhecemos.
Caminhamos apenas pela curiosidade de sabermos o que tem no fim da estrada.
Outras vezes fazemos, indiretamente, nossas próprias armadilhas. E no final somos embaraçados pelos trocadilhos, preços pela desordem, aleijados pela desunião, mortos por nós mesmos.

Bons samaritanos, em cidades pequenas, enchem as portas das delegacias na tentativa de cumprir a desobediência judicial à qual os mesmos deveriam ser os primeiros a fazerem, a rigor, cumprir-las.
O parcial meio de comunicação da cidade divulgou que o assassinato de um dos nossos representantes foi prematuro. Quis dizer esta via de comunicação que o assassinato deveria ter sido apenas no próximo ano?

E depois dessa fatalidade, o mesmo (meio de comunicação) afirmou que a cidade estava em 'luta' oficial por conta da perda do parlamentar.
Estava apressado na escrita sobre o parlamentar para não perder tempo em ser parcial a favor de quem lhe paga o salário de cada mês. Muito bem!

Por outro lado, sendo mais profundo em minhas questões de ordem do dia, imaginem se cada político partidário fosse assassinado por aquele(a) pessoa que foi libertada das grades da justiça?

É evidente que um advogado(a), via justiça brasileira, pode sim libertar uma pessoa e inocentá-la de seus crimes.
Mais aqui estou a falar sobre as politicagens de soltura de pessoas que devem à justiça em troca de VOTOS. É o que vemos muito em nossas cidades brasileiras.

O episódio do assassinado de nosso parlamentar é prova do que estou a falar. 
O assassino já tinha sido libertado, via influência do parlamentar morto. 

Confesso que pelo menos uma coligação, entre as seis que disputa as eleições de 2016, teria bruscamente reduzida a quantidade de seus candidatos.

Podemos confiar em pessoas que querem ser maiores do que a Justiça? Que ultrapassam as Leis em benefícios próprios?
São questões de ordem.

Este triste episódio que aconteceu bem abaixo de nosso nariz não pode passar em branco tanto refiro à prisão e ao julgamento do assassinato como também, e principalmente, o nosso dever de refletir sobre o comportamento de muitos homens e mulheres que hoje sobem ao palanque e pedem nossas confianças para os mesmos serem nossos representantes.

E forem para usarem de suas influências políticas para soltar bandido, voto nulo ou branco e peço, encarecidamente, que muitos façam o mesmo. 

"Posso não concordar com nenhuma palavra que você diz, mas defenderei até a morte o direito de dizê-la" (Voltarie).

Fto - negociantedeperolas

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