14 de setembro de 2016

No palanque do PT

Estou ansioso para participar de alguma reunião política, ou mesmo comício, da coligação "Unidos por uma nova Esperantina" que é encabeçada pelo ex-deputado federal para saber o que a coligação pretende fazer de bom por nossa cidade.

Por enquanto, me contento em ter participado,  infelizmente apenas, de uma reunião política do PT que é encabeçada pela candidata à reeleição Vilma Amorim.

E devo dizer que estou decepcionado pela desorganização que presenciei em cima do palanque.

Até que o apresentador, Paulo Brasil, sabe animar o negócio.
Sabe falar, interagir com a plateia e enaltecer os candidatos a vereadores e líderes políticos como um todo.

Por outro lado, a articulação fica a desejar na questão da sincronia de quem vai discursar, da pressão psicológica dada aos candidatos a vereadores para cumprir o tempo de fala: 30 segundos, 1, 2, ou 3 minutos.
Irritante! Isso é irritante.

Será que não poderiam escolher alguns candidatos para falar em certas reuniões e os demais serem apenas apresentados no telão? E esta estratégia, dependendo do local onde iria ser feita a reunião, poderia ser alternada.

Assim, quem fosse falar, em determinada reunião, teria mais tempo para defender a candidata Vilma Amorim e também falar de suas reais propostas.

Sem falarmos que os discursos de certos candidatos, que não vejo que são pré-definidos, são verdadeiras críticas aos colegas de palanque.

Pelo menos uns três candidatos a vereadores falam da real situação do atual governo bem como da desesperada oposição.

Estes candidatos são os verdadeiros carros chefes (de frente) contra o atraso político de Esperantina que hoje é batizado como "pessoal do morro".

"Posso não concordar com nenhuma palavra que você diz, mas defenderei até a morte o direito de dizê-la" (Voltaire).

Fto- 180graus

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