23 de janeiro de 2017

Bom padrinho político esperantinense

Nas eleições municipais de 2012 poucos acreditavam na improvável candidatura e vitória de um certo iniciante político partidário.

Pela primeira vez na disputa, muito foi encorajado por seu titio materno que logo virou padrinho político.

A disputa (campanha) foi cheia de desconfianças, tanto pelo padrinho como pelo afilhado.
O motivo era a inexperiência, a timidez do candidato/afilhado.

No entanto, no final do pleito, o novato venceu as eleições e quem saiu como grande campeão foi seu tio/padrinho político.

Quatro anos se passaram. Pouco ou quase nada foi feito pelo vereador na Câmara Municipal.

Para acabar com a vida política do vereador, o mesmo não continuou as lições de seu padrinho.
Escolheu outro caminho que o levou ao morro (Chapadinha).

Kélio Carvalho pouca ou quase nenhuma experiência política tinha.
Mesmo assim não foi preciso para sair vitorioso nas eleições de 07 de Outubro de 2012, pois ao seu lado esteve o médico/titio/padrinho político Sampaio.

Em todas as esferas (federal, estadual, municipal) o papel do padrinho político ganha força quando o mesmo tem poder (econômico, político) e seu 'afilhado' sabe lidar com a popularidade do padrinho.

Não sabemos o(s) motivo(s) que fez ou fizeram Kélio Carvalho subir o morro e seu ex-padrinho político Sampaio ficar no "pé" do morro.

Só sabemos que a falta de um padrinho político fez com que a vida pública de Kélio Carvalho fosse reduzida.

"Tanta falta você me faz".

Já as eleições de 2016, foi mais um sucesso inesperado para muitos esperantinenses que não acreditavam que o mesmo padrinho político Sampaio conseguiria eleger mais um novato em eleição municipal.

Pelo jeito, o médico Sampaio tomou jeito para ser um belo Padrinho Político.
Quando se aposentar da medicina, o mesmo já terá outra 'missão'.

"Eu só sou responsável pelo que eu falo, não pelo o que você entende" (Renato Russo).

Fto - iberosampa

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