14 de março de 2018

Não vou mais viajar a Itália

Há anos eu (Macelino Keliton) me programo para fazer uma viagem internacional, menos para os Estados Unidos, é claro.

O destino é o Velho Mundo e principalmente suas monarquias. 
Não porque estou cansado da democracia e desse Novo Mundo. Nada disso!

Quero conhecer a Inglaterra, a França, os países nórdicos e inclusive a Itália.

Conhecer faz bem. Não sou historiador mais adoro conhecer novos espaços geográficos.

No entanto, com estas crises humanas, financeiras e políticas começo a ver meu sonho mais distante.

E com tantos exemplos ruins por aí quanto o pós-viagem vejo que não será agora a minha ida ao continente europeu.
Muito menos à Itália.

Já pensou se eu ao chegar em casa e me deparo com um "ente" querido querendo tomar meu espaço vivido chamado de lar?
Não dá certo.
Quero léguas de distâncias de abraços de tamanduá bandeira.

Tomar (do sinônimo apoderar-se) foi colocado aqui no sentido de que uma breja foi vista no fundo do poço nesses últimos dias em nossa cidade.

Não estou afirmado, apenas relatando minha opinião quanto àqueles que estão por baixo do tapete vermelho (que não são da realeza europeia) tentando tirar a viajante à  Itália de seu cargo.

A Lei no Velho Mundo é mais madura, mais eficiente. Mesmo sendo mais frágil, a Lei do Novo Mundo ainda prevalece (apesar de que estamos vivenciando que a Lei é tão somente para os da estrela vermelha de nosso país).

Quando eu viajar quero passar o tempo que minha verba permitir e não apenas que uma Lei me autoriza.
E se eu viajar só, que minha esposa não queira tomar meu lugar muito menos modifique nossa certidão de nascimento com o auxílio de manobristas politiqueiros com interesse pessoal e partidário pelo PODER.

Enquanto isso vou continuar arrumando minhas malas, agora com um pouco mais de receios.

Salamaleico!

Fto - brasilnaitalia

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