3 de abril de 2010

Há caminho da velhice.

O tempo está passando cada vez mais rápido. O relógio mede o tempo entre sua adolescência e sua velhice.

Antes o tempo, quero dizer os dias, semanas, mês e os anos passavam tão lentamente.

Agora o mudou está quase de cabeça para baixo. Num piscar de olhos passaram os dias, as semanas.

Hoje mesmo já é 03de Abril, três meses do ano se foram. E o que você fez de bom? Acredito que quase nada.

Quando prestamos atenção é Segunda-Feira, logo depois do trabalho já chegou Sexta.

Está tudo louco. Estou assombrado, fugindo do passado, das tristezas, das incertezas.
Quero sempre andar mais sem querer chegar. Chegar ha velhice sem ter rumos, esperança.

As coisas estão passando mais depressa. Parece que estamos em um carro com o ponteiro há 150 km por hora onde olhar ao lado vemos as árvores ficarem para trás sentido o vento amargurar seu rosto.

O tempo passa e com ele coisas simples como pedir a benção aos pais pela manhã, sentar na calçada e falar dos sábado de aleluia com os amigos. Agora estamos sem destino algum.
Como se fossem caminhos escuros. Ascendam os faróis.

O amor, a felicidade tudo passa mais depressa. Preza que não volta.

Já não param para refletir sobre as pegadas deixadas no passado. É preciso parar para criarem marcas no caminho no intuito de poder lembrar-se de um pedacinho no espaço/tempo onde vivemos harmoniosamente bem. Assim todos, natureza e sociedade, poderão viver de forma mais serena, calma.

O mundo não pode esquecer-se de nós. Nós fazemos o mundo, o tempo.

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