É notório o desmanche feito no esporte local nos últimos anos. Falta de investimentos, valorização da classe política nos eventos locais e regionais, a estrutura física é mínima e consequentemente a vida social e econômica dos esperantinenses sentem o efeito negativo.
Últimos preparativos para o início oficial do ano letivo da rede municipal de ensino da cidade de Batalha.
Depois de muitos erros no ano de 2025, é hora de aprender com os mesmos e seguir em frente em busca de uma educação de qualidade no território batalhense.
Esperantina, em plena folga de carnaval onde as lideranças políticas da cidade festejavam a maior festa popular do país em terras cearenses, aproveitou do desvio de atenção de seus moradores para publicar um decreto um tanto polêmico: regularização, fiscalização e normatização das edificações e obras no município.
Em tempos de crescente conscientização sobre o bem-estar animal, tornou-se comum ver pessoas defendendo a proteção dos animais com discursos emocionados, campanhas nas redes sociais e até ações concretas de adoção e cuidado.
No entanto, essa mesma sensibilidade parece desaparecer quando o assunto são os fogos de artifício. A dualidade é evidente: muitos que dizem amar os animais seguem defendendo ou naturalizando espetáculos pirotécnicos que causam sofrimento real e comprovado.
Neste domingo de carnaval quem tirou um tempinho para ir à casa do Senhor - Igreja Matriz de Nossa Senhora da Boa Esperança -, na missa das 17 horas teve a grande oportunidade de refletir, juntamente com o pároco Arimateia, um pouco sobre vida humana na atualidade.
A homilia do pároco se baseou nos ensinamentos cristãos e em um relativo desvio de conduta a ponto da sociedade se tornar uma cultura do descartável.
Enquanto economicamente Esperantina é uma cidade comercial, cultural e festivamente é reconhecida sendo o berço da Micarina no período da Semana Santa e do grandioso Festival do Peixe.
Um bloco de rua aqui, outro bloco de bairro ali, todos com o mínimo de apoio público.
A cidade de Esperantina há mais de 20 de anos não conta com um estádio municipal.
Teve momento na história, e no espaço geográfico, em que para ser considerada uma cidade, era preciso ter: uma igreja, uma delegacia, um puteiro, um cemitério e por incrível que pareça, um campo de futebol.









