Esperantina, em plena folga de carnaval onde as lideranças políticas da cidade festejavam a maior festa popular do país em terras cearenses, aproveitou do desvio de atenção de seus moradores para publicar um decreto um tanto polêmico: regularização, fiscalização e normatização das edificações e obras no município.
Em tempos de crescente conscientização sobre o bem-estar animal, tornou-se comum ver pessoas defendendo a proteção dos animais com discursos emocionados, campanhas nas redes sociais e até ações concretas de adoção e cuidado.
No entanto, essa mesma sensibilidade parece desaparecer quando o assunto são os fogos de artifício. A dualidade é evidente: muitos que dizem amar os animais seguem defendendo ou naturalizando espetáculos pirotécnicos que causam sofrimento real e comprovado.
Neste domingo de carnaval quem tirou um tempinho para ir à casa do Senhor - Igreja Matriz de Nossa Senhora da Boa Esperança -, na missa das 17 horas teve a grande oportunidade de refletir, juntamente com o pároco Arimateia, um pouco sobre vida humana na atualidade.
A homilia do pároco se baseou nos ensinamentos cristãos e em um relativo desvio de conduta a ponto da sociedade se tornar uma cultura do descartável.
Enquanto economicamente Esperantina é uma cidade comercial, cultural e festivamente é reconhecida sendo o berço da Micarina no período da Semana Santa e do grandioso Festival do Peixe.
Um bloco de rua aqui, outro bloco de bairro ali, todos com o mínimo de apoio público.
A cidade de Esperantina há mais de 20 de anos não conta com um estádio municipal.
Teve momento na história, e no espaço geográfico, em que para ser considerada uma cidade, era preciso ter: uma igreja, uma delegacia, um puteiro, um cemitério e por incrível que pareça, um campo de futebol.
O grupo de peladeiros intitulados PARICEIROS FC, que treinam semanalmente na Arena Lenylson, não perderam a oportunidade de celebrar/festejar de uma só vez duas grandes tradições brasileiras: Futebol e Carnaval.
É cultural a festa de carnaval no Brasil. O brasileiro não perde as chances que tem para brincar, praticar esporte, dançar e ser feliz.
Para tanto, se faz necessário agora mexer em algumas cadeiras, cadeiras estas tão disputadas por aqueles que acham que fazem parte do governo. Não fazem. Apenas estão sendo usados.
O segundo suplente de vereador pelo PSD - Alcione Carvalho - almejava ocupar uma cadeira no Poder Legislativo. Fez questão de realizar este sonho.









