30 de maio de 2014

BioGeografia esperantinense.

Foto: brasilescola
A BioGeografia é a ciência que estuda a distribuição dos organismos (animais e vegetais) na Terra.

A Terra é um planeta com áreas com características completamente diferentes. Essas áreas possuem diferentes espécies, sendo que algumas são restritas àquela região (endêmicas). Outas espécies chamadas de cosmopolitas apresentam uma ampla distribuição ao redor do mundo. Já se perguntaram por que esses padrões de distribuição ocorrem? A ciência que pode explicar é a BioGeografia.
Então podemos dizer que a BioGeografia é a ciência que estuda o padrão de distribuição de organismos na Terra. Esta ciência não é uma matéria isolada, ela possui um caráter interdisciplinar junto a outras ciências tais como a ecologia, biologia, evolução, paleontologia, climatologia, geografia e geologia.

Existem diversas linhas para se estudar a BioGeografia: histórica e ecológica.
* Histórica - busca explicar a distribuição dos organismos tendo como base eventos passados. Os fósseis são exemplos para isso.
* Ecológica - estuda a dispersão dos organismos enfocando fatores atuais como as relações dos seres vivos e o meio ambiente.sdfads

É impossível determinar a distribuição de uma espécie sem compreender suas características, suas relações, sua evolução e sem compreender o ambiente em que vive.

E o que falar dos seres humanos que compõem a cidade de Esperantina?

São inúmeros, de todas as espécies humanas por aqui já andaram e ainda vivem. Ruins, interesseiros, politiqueiros, religiosos, valentes, mentirosos, bons, corajosos, destemidos, maria-vai-com-os-outros, fáceis vendedores, moles vendidos, etc. É verdade que não são muito diferentes de outros organismos humanos de qualquer outra cidade do planeta. Mas interessante observarmos que a partir da década de 80, com a vinda do religioso/político social Padre Ladislau houve uma evolução da espécie humana que aqui viviam. Evolução esta no que diz respeito à expressão verbal, comportamental, ou seja, social.
O Brasil passava por momentos de descobertas, seja na política, no social, no ambiental e por último na técnico/informático. O Ladislau deixou sua marca. As matas dos cocais e toda a sua comunidade de 'animais' passaram a viver em um novo habitat.
Iniciou a década de 1990 com uma nova cara. Cenário novo. É evidente que as caras mudaram, as coleiras não. O tempo/espaço teve certa modificação, os agentes em suas atitudes nem tanto. 

A vida não é tão diferente daquelas tardes calmas de inverno por volta da década de 70 onde apenas duas espécies de famílias com seus respectivos sobrenomes mandavam e desmandavam na vida de todos os esperantinenses. Naquela época a natureza de nossa cidade não era tão afetada como é hoje afetada as almas humanas por falta de amor aos seus semelhantes.

Viva nossa extinta espécie. 

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