27 de novembro de 2014

Cidade de Batalha vive um Coronelismo.

Putz.
Amanheço o dia de hoje perplexo com a situação que vivo no funcionalismo público do vizinho município de Batalha-PI.

De forma oficial, há 84 anos teve fim o Coronelismo no Brasil. No entanto, o coronelismo ainda emerge nos dias atuais. Uma prática repugnante, rasteira.
A cidade de Batalha tornou-se um país com suas próprias leis, um verdadeiro espaço urbano de práticas do coronelismo. Não respeita as Leis do Brasil que conhecemos.

Teresinha Lages, gestora de fachada, seu vice e boa parte da população e funcionários cegos e apaixonados são comandados por Antonio Lages. Este é tido como um novo José Sarney da vida, neste caso fora do estado do Maranhão. Um verdadeiro Rei que quando fala seus babões dizem amém.

Não é possível que o Poder Judiciário dessa cidade não consiga obrigar a atual gestão cumprir com suas obrigações e acabar com esta prática de controle absoluto.
Os funcionários não podem deixar de cumprir com suas obrigações que logo são perseguidos. Dizem os defensores da atual gestão que funcionários que não cumprem com suas obrigações estão cometendo desvio de conduta.

Pergunto aos caros colegas defensores desse "coronelismo": a atual gestão de Teresinha Lages e seu esposo não está tendo um desvio de conduta ao deixar de cumprir com suas obrigações? Sendo assim não terá nenhum processo administrativo contra os mesmos?

Caros colegas leitores saibam que até mesmo as cidades de São João do Arraial e Morro do Chapéu, cidades estas tidas também como carrascas para o funcionalismo público, já pagam o Piso Salarial para seus funcionários da educação. Estamos terminando o ano de 2015 e Batalha ainda não pagou. 
Recentemente a gestora Teresinha Lages vetou o Projeto de Lei que regulamenta, aprovado pela Câmara Municipal daquela cidade, o Piso Salarial e suas diferenças referentes ao ano de 2015. Seu vice-gestor, que é professor, nada falou sobre este veto. Pior. Certos professores que defendem Teresinha Lages e seu grupo dizem que a mesma está certa ao vetar este projeto. Como uma pessoa, ou grupo de pessoas, é contra seus próprios direitos? É muita burrice e puxa-saquismo. Merecem viver no tronco.
Então dona Teresinha vetar um direito dos professores é defender a educação?
Até onde sei as verbas oriundas do governo federal do ano de 2015 são maiores do que o ano passado. O que explica este descaso gestora?

Se fosse só a classe dos professores, poderíamos até dar um jeito. Mas não é. Em todos os setores Teresinha Lages e seu esposo estão implantando o medo, o desespero, o terror, o desrespeito, a injustiça desestimulando assim os trabalhos de quem um dia teve orgulho de servir à população batalhense.
Teresinha Lages e seu esposo há pouco tempo atrás convocaram uma reunião com a classe dos vigias do município.
A reunião tratava de anunciar aos vigias mudanças em suas cargas horárias de trabalho e dos cortes financeiros.
Invés de um vigia trabalhar 24 horas e folgar 48 horas, o regime passou a ser trabalhar 12 (das 18:00 às 06:00) e folgar 36 horas. No que diz aos salários, devido esta mudança de carga horária, cada vigia deixará de receber suas horas extras, o que corresponde até R$ 400,00 por mês. Um verdadeiro baque financeiro nas finanças de qualquer trabalhador e pai de família.
Ficamos sabendo que teve vigia, durante a reunião, implorando e se humilhando ao esposo de Teresinha Lages para ele não fazer isso. Enquanto a gestora permanecia calada e 'surda', seu esposo só fala que tinham que cortar gastos e não podiam fazer mais nada.
Por acaso, se os 'coronéis' de Batalha soubessem o que é necessidade teriam mais sensibilidade em administrar para o povo e não somente para a própria família.

O que é mais intrigante sobre tudo isso é que a Juíza de Direito e Promotor de Justiça dessa cidade podem é enviar documentos obrigando a Prefeitura a cumprir certas medidas, sob pena de multa que varia de R$ 0,00 a 1.000,00, que mesmo assim a prefeitura não cumpre.

O Deus desse casal que está no poder só pode ser diferente do meu. Eita casal bem protegido, pois só fazem o que querem. Ah se eu tivesse esta mordomia de fazer apenas o que quero!

Uma das consequências dessa 'perseguição' é a baixa produtividade por parte de quem é perseguido, consequentemente a Batalha feita de açúcar pára no tempo, tempo este dá época do coronelismo.

"Sou o que eu penso, para vocês, sou o que eu transmito".

Fto - historiamc2010

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