25 de julho de 2016

Advogados, Médico ou Professora?

Esta pergunta fiz no fim de semana passada em uma gigantesca janela para as eleições de Outubro do corrente ano - rede social.

Essa janela tecnológica com suas tendências, percepções, estratégias e técnicas podem ajudar muito quem pretende ser eleito no próximo pleito. Basta saber usá-la.

Com base nisso, fiz esta indagação para saber os pontos de vista dos meus colegas da rede social. 
Muitos curtiram, poucos debateram.
100% foram a favor da professora com alegação mais restrita possível à sala de aula. 100% que corresponde uma minoria que tentaram responder tal pergunta.
Quando uma cidade está em perigo, precisando ser defendida perante a justiça, seja por ter cometido algum delito ou ao contrário, ter sofrido tal injustiça, o melhor profissional seria um bom advogado.

Este precisará ter influência nos bastidores da justiça para livrar tal cidade do que poderá ser sua sentença de morte, prisão.

Conhecedor das Leis que nos rege, um advogado poderia fazer com que toda uma sociedade, em sua maturidade, obedeça os caminhos mais livres a serem percorridos sempre obedecendo as normas que nos orienta em sociedade.
Dessa forma, qualquer cidade não teria muitos problemas com trânsito, segurança, violações contra quem quer que seja. 
Seria quase uma utopia termos uma cidade sem problemas sendo comandada por um advogado.
As normas/leis mais primordiais seriam obedecidas e assim toda uma sociedade iria desfrutar de acertos financeiros, fiscais, econômicos, pois nenhuma Lei seria desobedecida.

O ruim seria nos acostumar quanto as argumentações, das mais variadas, para explicar qualquer ato cometido por tal advogado/gestor municipal, pois até provar o contrário, ninguém está condenado por nada e a nada.
Como o advogado tem o dom da oratória, ouviríamos muitas desculpas.


E quando uma cidade está doente? Qual a melhor receita para curá-la? Não tenho dúvidas que a ciência da medicina nos oferece um Médico para aliviar nossas dores. Com uma cidade não seria diferente.
Então eis que um Médico receitando a máquina administrativa poderia, sim, levar uma cidade a mais sã das enfermidades. 
Sem saúde, pouco se anda.

Com o dom de curar, o médico/gestor teria em suas mãos a responsabilidade de gerir uma equipe médica para estagnar os males que rodeia uma aglomeração urbana.

Remédio para cá, remédio para lá.

Cada uma das doenças poderiam ter seus dias contados. 
É bem verdade que muitas das vezes a doença só é vencida com a ajuda do próprio paciente, pois quando o paciente teima em não fazer o que o médico recomenda, acaba o paciente levando a pior.
Como qualquer médico não deixa de ser humano, o perigo seria a receita não ser a mais adequada possível, pois para médico receitar, antes de mais nada, ele precisa CONHECER qual é a doença que assola o paciente.


E quando uma cidade não sabe ler, escrever, interpretar, analisar, dialogar?
Sendo bem alfabetizada, pouco provável irá cometer algum delito ou ficará doente? Para isso é necessário uma boa professora.
Não afirmo que uma pessoa que teve acesso à uma boa educação não morrerá de câncer ou jamais irá parar atrás das grades.

Quero dizer que uma boa aprendizagem familiar, escolar, religiosa, etc, pode ajudar e muito nos atos que cometemos em nossas vidas, seja em qualquer lugar ou tempo.

Portanto, para uma cidade que não sabe ler, escrever, interpretar, analisar, dialogar, o melhor é uma professora/gestora.

Professor é ao mesmo tempo psicólogo, papai/mamãe, médico, advogado, juiz, administrador, curandeiro, padre e muitas outras profissões seja em sala de aula ou fora dela.

Como teremos médicos e advogados em uma cidade se esta não tiver uma classe denominada de Professores?

Muito provável as lições de casa seriam mais condizentes com a realidade dos alunos/moradores, pois um professor conhece muito bem seu alunado/moradores. 


E você, o que acha?

Fto - carreirasemprego

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